O GLOBO - RJ

PANORAMA POLÍTICO
02/04/2007

MINISTROS que tocam obras...

MINISTROS que tocam obras de infra-estrutura foram chamados para uma reunião na quinta-feira com o presidente Lula e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O presidente quer agilizar as obras, sobretudo as do Programa de Aceleração do Crescimento.

 

 

CORREIO BRAZILIENSE - DF

POLÍTICA
02/04/2007

Começa, enfim, segundo mandato

Lula reúne pela primeira vez o novo ministério, cuja reunião vai conduzir pessoalmente, distribuindo tarefas gerais e específicas. Dilma falará sobre o PAC. Crise aérea será tratada em separado com a Defesa

Cinco meses depois de vencer a eleição que lhe garantiu mais quatro anos no poder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá hoje, na Granja do Torto, o que pode ser considerado o pontapé inicial do segundo mandato. Ao contrário do que aconteceu na primeira administração — quando o então chefe da Casa Civil, José Dirceu, coordenava os trabalhos —, a primeira reunião do novo ministério será aberta pelo próprio Lula. Ele fará uma palestra e distribuirá recomendações gerais e específicas, pasta por pasta. Depois, passará a palavra à ministra Dilma Rousseff, sucessora de Dirceu, incumbida de esmiuçar para os colegas o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

Assessores palacianos confirmaram que a crise nos aeroportos, o chamado Apagão Aéreo, não está na pauta do encontro. Sobre ele, Lula terá uma reunião específica com o ministro da Defesa, Waldir Pires. Até ontem à noite, porém, a agenda presidencial não previa tal encontro. Nela, estão previstas apenas audiências com o advogado-geral da União, José Antônio Dias Tofolli, com o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e com os ministros Geddel Vieira Lima e José Gomes Temporão, respectivamente da Integração Nacional e da Saúde.

Da equipe que concluiu o primeiro mandato, 11 ministros saíram ou trocaram de cargo. Outros 23 ficaram onde estavam. O presidente, que chegou a falar em reduzir o número de ministérios, criou mais dois cargos com status ministerial, as secretarias de Comunicação (Franklin Martins) e
Portos (Pedro Britto).

O PT continua a ser o partido com mais ministérios. São 16. A conta vai de pastas importantes, como Casa Civil, Fazenda, Planejamento, Saúde e Educação, até outras menos disputadas, como a Secretaria da Pesca. Mas Lula retirou do partido espaços importantes de poder. A legenda perdeu espaço na coordenação política do governo. A Secretaria de Relações Institucionais foi para Walfrido Mares Guia, do PTB. As lideranças no Congresso foram divididas entre parlamentares do PTB e PMDB. Estratégico para os petistas em tempos de eleições municipais, o Ministério das Cidades continua com o PP.

O PMDB foi a legenda que mais ganhou espaço. Pulou de dois para cinco ministérios. Lula esforçou-se para atender as duas alas que disputam a hegemonia do partido. Manteve as pastas de Comunicações e de Ciência e Tecnologia sob controle da bancada no Senado, onde estão seus antigos aliados. E deu os ministérios da Agricultura e da Integração Nacional para a bancada da Câmara. Entregou os cargos a parlamentares que fizeram oposição a seu primeiro mandato. Com isso, ampliou a bancada governista. O partido assumiu ainda a indicação de Temporão para a Saúde.

No total, nove partidos estão representados no governo. Com a distribuição dos cargos, o governo passou a contabilizar uma confortável maioria no Congresso, com mais de 350 votos na Câmara e pelo menos 45 dos 81 senadores.

Nova equipe sem estrelas

Lula reservou uma cota de ministros sem vinculação partidária para pastas em que considera fundamental o desempenho técnico. Nessa cota entram o jornalista Miguel Jorge, do Desenvolvimento, o diplomata Celso Amorim, das Relações Internacionais, e o economista Henrique Meirelles na presidência do Banco Central.

Na montagem da equipe, o presidente preocupou-se em não gerar nenhum candidato lógico à sua sucessão. Por isso, não deu à petista Marta Suplicy uma pasta de destaque, como Cidades ou Educação. Pelo mesmo motivo tirou força do deputado e presidenciável Ciro Gomes (PSB), deslocando seu afilhado Pedro Brito do ministério da Integração Nacional.

A nova equipe de Lula não tem superministros, como eram os petistas José Dirceu e Antônio Palocci no primeiro mandato. Seu elemento de ligação e coordenação é o próprio presidente. Lula fez tudo para deixar claro quem é o chefe do governo.

O PDT, que estava na oposição, ganhou a pasta do Trabalho. O PTB ficou com a articulação política e o PCdoB com Esportes. Apesar de filiado ao PV, o ministro da Cultura, Gilberto Gil, é uma escolha pessoal de Lula. (GK)

 

 

JORNAL DE BRASÍLIA - DF

CLÁUDIO HUMBERTO
02/04/2007

Fechado

Indicado pelo governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, Luiz Antônio Pagot deverá ser confirmado no cargo de diretor-geral do DNIT (ex-DNER).

 

 

 

JORNAL DE BRASÍLIA - DF

CIDADE
02/04/2007

Obras na BR-030

Convênio entre governos do DF, MG e Exército facilitará escoamento de safra

As dificuldades de escoamento da produção agrícola do Município de Buritis (MG) para o Distrito Federal estão com os dias contados. Um convênio firmado entre os governos do Distrito Federal, Minas Gerais e o Exército possibilitará a retomada das obras de pavimentação do trecho da BR-030, que liga as cidades de Cabeceiras de Goiás (GO) a Buritis. A obra, orçada em R$ 8,75 milhões, terá início no final de abril e conclusão em setembro.

Atualmente, o trecho de 27 quilômetros, que une os dois municípios, é percorrido pelos transportadores por uma estrada de chão. Para escoar a produção, os caminhoneiros deveriam percorrer um trajeto de 173 quilômetros saindo de Buritis, passando por Cabeceiras de Goiás, Formosa (GO), até chegar ao Distrito Federal. Para evitar o trecho de terra, os produtores optam por vias alternativas, como o desvio por Unaí. Com isso, há um acréscimo de 200 quilômetros no trajeto e o conseqüente encarecimento do preço final do produto.

Com a pavimentação, produtos como milho, feijão, soja e até mesmo o gado trazidos do município mineiro vão direto para o
Porto Seco de Brasília, de onde serão distribuídos. "Muitas vezes os produtores de Buritis preferem mandar o produto direto para o estado de destinação final, embora seja mais caro. Com o asfalto, a produção virá para o DF e será distribuída por via férrea", explicou o secretário de Agricultura, Wilmar da Silva.

O setor de engenharia do Exército será o responsável por executar a obra, enquanto os governos do DF (90%) e MG (10%) vão arcar com os custos. Para o prefeito de Buritis, Keni Soares Rodrigues, a obra deverá incrementar a vida econômica do município. "É a realização de um grande sonho da população de Buritis, que tem como principal atividade a agropecuária", ressalta.

Visita à área rural
Pela primeira vez, um secretário da Fazenda visitou produtores rurais do Distrito Federal. Acompanhando o secretário de Agricultura, Wilmar Luís da Silva, Luís Tacca Júnior, foi de perto conhecer os problemas do produtores, como por exemplo as diferenças tarifárias entre os estados. "Os produtores não querem nenhum privilégio. Se tivermos condições de igualdade, vamos alavancar significativamente a produção no DF", disse o secretário de Agricultura.

Nessa semana, eles visitaram um dos maiores grupos da agroindústria do Brasil, a Asa Alimentos, e a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopadf), além de um laticínio vinculado à Associação Produtora de Leite (Aproleite).

Durante a visita ao frigorífico Asa Alimentos, o secretário de Agricultura enfatizou que só com a equalização das tarifas entre os estados será possível ampliar a produção e garantir mais empregos na região. O secretário de Fazenda elogiou a iniciativa de manter um contato direto com os produtores locais, lembrando a importância "de conhecer a realidade que muitas vezes não tomamos conhecimento". Segundo ele, é fundamental que as equipes trabalhem juntas para promover essa cooperação entre as duas secretarias.

O proprietário do grupo Asa Alimentos, Aroldo Amorim Filho, também elogiou a iniciativa. "Nós estamos em franca expansão. Vendemos para outros estados da federação e exportamos também. A gente precisa ampliar a produção, e, para isso, o secretário deve viabilizar definitivamente a Região Integrada do Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride), para promover a integração com os municípios vizinhos". O presidente da Emater, Carlos Magno, também esteve presente ao evento.

 

 

JORNAL DE BRASÍLIA - DF

POLÍTICA
02/04/2007

Veto a parlamentares

PPS quer aprovar emenda constitucional proibindo que deputados e senadores assumam cargos no Executivo

A escolha de deputados e senadores pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocuparem cargos no primeiro escalão do governo na reforma ministerial, atendendo às reivindicações dos partidos, provocou a reação contrária da oposição. O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), começou a colher assinaturas de deputados para apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que proíbe o Governo Federal de nomear parlamentares para ministérios e outros cargos públicos.

A PEC impede a nomeação de detentores de mandato eletivo (deputados federais e estaduais, senadores e vereadores) para cargos de ministros, presidentes e diretores de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, além das agências reguladoras. O texto também proíbe a nomeação dos parlamentares para secretarias de estados e municípios.

Para assumir os cargos, a PEC prevê que os parlamentares renunciem aos mandatos e estabelece a perda automática do mandato depois que o parlamentar for empossado no cargo.

O autor da proposta afirma que a medida tem como objetivo "desmontar a relação promíscua" entre Executivo e Legislativo. "A prestação de contas à sociedade fica desfigurada pela subordinação do parlamentar ao chefe do Executivo, frustrando a essência da representação", argumenta Coruja, cujo partido faz intensa oposição ao governo.

O deputado ressaltou que em diversos países que têm como regime político o presidencialismo, os parlamentares não podem exercer funções no Executivo, a não ser que renunciem aos seus mandatos. "Nos Estados Unidos é assim que funciona. Nossa Constituição de 1891 também vedava essa prática", afirmou.

Na opinião do líder, o governo brasileiro escolhe membros do Congresso para o primeiro escalão com o objetivo de conquistar votos no Legislativo.

O novo governo do presidente Lula reúne cinco parlamentares que ocupam ministérios. Os deputados Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e Reinhlod Stephanes (Agricultura), os senadores
Alfredo Nascimento (Transportes), Marina Silva (Meio Ambiente) e Hélio Costa (Comunicações) deixaram o Congresso para integrar o governo federal.

Anvisa
O ex-ministro da Saúde José Agenor Álvares da Silva foi indicado pelo presidente Lula para ocupar o cargo de diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A indicação foi publicada em edição extra da última quinta-feira do Diário Oficial da União.

O nome de Silva, no entanto, ainda será apreciado pelo Senado – ele será sabatinado pela Comissão de Assuntos Sociais da Casa e a indicação precisa ser aprovada pelo plenário.

 

 

ESTADO DE MINAS - MG

OPINIÃO
02/04/2007

Situação crítica entre BH e trevo de Curvelo

Carlos França - Pompéu-MG

“A BR-040 (BH-Brasília), no trecho entre a capital e o trevo de Curvelo, está em condições precárias de tráfego. Quinta-feira passada, às 22h45, quatro veículos, um deles eu dirigia, caíram, quase que simultaneamente, em buracos nas proximidades da curva da Gineta. O local tem acostamento mínimo e carretas e ônibus transitam por ali em alta velocidade. Afinal, o que o governo federal faz com o dinheiro do IPVA e outros impostos e taxas pertinentes ao setor rodoviário? Nas proximidades de Paraopeba, a pista da rodovia está com grandes lombadas e o risco de acidentes é constante. Fala-se na duplicação do trecho entre Sete Lagoas e o trevo da BR-135, mas, enquanto as obras não começam, precisamos ter segurança em nossas viagens.”

 

 

ESTADO DE MINAS - MG

POLÍTICA
02/04/2007

Primeira reunião do ministério

Presidente passa hoje as diretrizes para a equipe ministerial com orientação para deslanchar obras do Programa de Aceleração do Crescimento e faz balanço da situação atual do governo

Brasília – Cinco meses depois de vencer a eleição que lhe garantiu mais quatro anos no poder, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dá hoje, na Granja do Torto, o que pode ser considerado o pontapé inicial do segundo mandato. Ao contrário do que aconteceu na primeira administração – quando o então chefe da Casa Civil, José Dirceu, coordenava os trabalhos –, a primeira reunião do novo ministério será aberta pelo próprio Lula. Ele fará uma palestra e distribuirá recomendações gerais e específicas, pasta por pasta. Depois, passará a palavra a ministra Dilma Rousseff, sucessora de Dirceu, incumbida de esmiuçar para os colegas o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC).

O PAC será o tema central. A preocupação do presidente é fazer deslanchar as obras consideradas prioritárias, independentemente das discussões para aprovação no Congresso das medidas provisórias e projetos de lei do programa. Lula pedirá aos partidos que o apóiam um esforço no Congresso Nacional.

Assessores palacianos confirmaram que a crise nos aeroportos, o chamado Apagão Aéreo, não está na pauta do encontro. Sobre ele, Lula terá uma reunião específica com o ministro da Defesa, Waldir Pires. Até ontem à noite, porém, a agenda presidencial não previa tal encontro. Nela, estão previstas apenas audiências com o advogado-geral da União, José Antônio Dias Tofolli, com o presidente em exercício do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, e com os ministros Geddel Vieira Lima e José Gomes Temporão, respectivamente da Integração Nacional e da Saúde. Da equipe que concluiu o primeiro mandato, 11 ministros saíram ou trocaram de cargo. Outros 23 ficaram onde estavam. O presidente, que chegou a falar em reduzir o número de ministérios, criou mais dois cargos com status ministerial, as secretarias de Comunicação (Franklin Martins) e
Portos (Pedro Britto).

O PT continua a ser o partido com mais ministérios. São 16. A conta vai de pastas importantes, como Casa Civil, Fazenda, Planejamento, Saúde e Educação, até outras menos disputadas, como a Secretaria da Pesca. Mas Lula retirou do partido espaços importantes de poder. A legenda perdeu espaço na coordenação política do governo. A Secretaria de Relações Institucionais foi para Walfrido Mares Guia, do PTB. As lideranças no Congresso foram divididas entre parlamentares do PTB e PMDB. Estratégico para os petistas em tempos de eleições municipais, o Ministério das Cidades continua com o PP.

O PMDB foi a legenda que mais ganhou espaço. Pulou de dois para cinco ministérios. Lula esforçou-se para atender as duas alas que disputam a hegemonia do partido. Manteve as pastas de Comunicações e de Ciência e Tecnologia sob controle da bancada no Senado, onde estão seus antigos aliados. E deu os ministérios da Agricultura e da Integração Nacional para a bancada da Câmara. Entregou os cargos a parlamentares que fizeram oposição a seu primeiro mandato. Com isso, ampliou a bancada governista. O partido assumiu ainda a indicação de Temporão para a Saúde.

No total, nove partidos estão representados no governo. Com a distribuição dos cargos, o governo passou a contabilizar uma confortável maioria no Congresso, com mais de 350 votos na Câmara e pelo menos 45 dos 81 senadores.

 

 

 

 

ESTADO DE MINAS - MG

POLÍTICA
02/04/2007

PPS quer vetar parlamentares

Oposição colhe assinaturas para apresentar PEC proibindo senadores e deputados de ocuparem cargos no primeiro escalão. Objetivo é evitar que governo use nomeações em troca de votos

Brasília – A escolha de deputados e senadores pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocuparem cargos no primeiro escalão do governo na reforma ministerial, atendendo às reivindicações dos partidos, provocou a reação contrária da oposição. O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), começou a colher assinaturas de deputados para apresentar uma proposta de emenda constitucional (PEC) que proíbe o governo federal de nomear parlamentares para ministérios e outros cargos públicos. A PEC impede a nomeação de detentores de mandato eletivo (deputados federais e estaduais, senadores e vereadores) para cargos de ministros, presidentes e diretores de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista – além das agências reguladoras.

O texto também proíbe a nomeação dos parlamentares para secretarias de estados e municípios. Para assumir os cargos, o texto prevê que os parlamentares renunciem aos mandatos. A PEC estabelece a perda automática do mandato depois que o parlamentar for empossado no cargo. O autor da proposta afirma que a medida tem como objetivo “desmontar a relação promíscua” entre Executivo e Legislativo. “A prestação de contas à sociedade fica desfigurada pela subordinação do parlamentar ao chefe do Executivo, frustrando a essência da representação”, afirma Coruja.

O deputado ressalta que em diversos países que têm como regime político o presidencialismo os parlamentares não podem exercer funções no Executivo – a não ser que renunciem aos seus mandatos. “Nos Estados Unidos é assim que funciona. Nossa Constituição de 1891 também vedava essa prática”, diz. Na opinião do líder, o governo brasileiro escolhe membros do Congresso para o primeiro escalão com o objetivo de conquistar votos no Legislativo.

PARLAMENTARES O novo governo de Lula reúne cinco parlamentares que ocupam ministérios. Os deputados Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e Reinhold Stephanes (Agricultura), os senadores
Alfredo Nascimento (Transportes), Marina Silva (Meio Ambiente) e Hélio Costa (Comunicações) deixaram o Congresso para integrar o governo federal.

 

 

J. DO COMMERCIO - PE

POLÍTICA
02/04/2007

Governador e ministro discutem obras

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, acompanha hoje o governador Eduardo Campos (PSB) em viagem pelo Estado. Eles participam de duas audiências públicas, em São Lourenço da Mata, às 14h, e em Caruaru, às 18h30, sobre a duplicação da BR-104, que liga Caruaru a Santa Cruz do Capibaribe, e da BR-408, que liga o TIP a Carpina. As obras estão previstas no Programa de Acelereção do Crescimento (PAC).

As atividades integram a proposta, defendida pelo governador durante a campanha, de interiorização do desenvolvimento. Seguindo na mesma linha, Eduardo Campos cumpre amanhã uma extensa programação no Agreste Meridional. Vai às 8h para Garanhuns, iniciar a campanha de vacinação contra febre aftosa e a distribuição de sementes para agricultores da região. Também assina ordem de serviço para abastecimento de água e empossa a nova diretora do Hospital Dom Moura, Emília Pessoa.

Às 12h, Campos vai a Palmerina firmar convênios com o Departamento de Estadas e Rodagens (DER) e o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Ele lança, ainda, o distrito industrial Miguel Arraes. De lá, o governador segue para Brejão, onde estabelece novo convênio para elaboração de projeto de abastaceminto de água e visita o Centro Vocacional Tecnológico. A última parada é em Caetés, que será beneficiado com projeto para conservação de leite.

BANDEIRA - Com o intuito de valorizar os símbolos do Estado, o governador Eduardo Campos assina, às 9h de hoje, um projeto de lei que institucionaliza o dia 02 de abril como “Dia da Bandeira de Pernambuco”. O ato acontece no Palácio das Princesas. Logo depois, haverá o hasteamento solene do símbolo estadual, na Praça da República.

A bandeira foi apresentada ao povo pela primeira vez no dia 02 de abril de 1817. Era o símbolo do recém-criado regime republicano, surgido com a Revolução Pernambucana. O governo provisório, contudo, funcionou por apenas 74 dias, tendo sido reprimido de forma violenta. De acordo com o governo do Estado, a bandeira representa, então, uma idéia libertária e democrática do povo pernambucano.

 

 

J. DO COMMERCIO - PE

POLÍTICA
02/04/2007

PPS quer proibir nomeação de parlamentares para ministérios

BRASÍLIA – A escolha de deputados e senadores pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocuparem cargos no primeiro escalão do governo na reforma ministerial, atendendo às reivindicações dos partidos, provocou a reação contrária da oposição. O líder do PPS na Câmara dos Deputados, Fernando Coruja (SC), começou a colher assinaturas de deputados para apresentar uma proposta de emenda constitucional (PEC) que proíbe o governo federal de nomear parlamentares para ministérios e outros cargos públicos.

A PEC impede a nomeação de detentores de mandato eletivo (deputados federais e estaduais, senadores e vereadores) para cargos de ministros, presidentes e diretores de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista, além das agências reguladoras. O texto também proíbe a nomeação dos parlamentares para secretarias de Estados e municípios. Para assumir os cargos, o texto prevê que os parlamentares renunciem aos mandatos. A PEC estabelece a perda automática do mandato depois que o parlamentar for empossado no cargo.

O autor da proposta afirma que a medida tem como objetivo desmontar a relação promíscua entre Executivo e Legislativo. “A prestação de contas à sociedade fica desfigurada pela subordinação do parlamentar ao chefe do Executivo, frustrando a essência da representação”, argumenta Coruja. O deputado ressaltou que em diversos países presidencialistas os parlamentares não podem exercer funções no Executivo, a não ser que renunciem aos mandatos. “Nos Estados Unidos é assim que funciona. Nossa Constituição de 1891 também vedava essa prática”, afirmou. Ele diz que o governo nomeia integrantes do Congresso com o objetivo de conquistar votos no Legislativo.

O governo tem cinco parlamentares nos ministérios. Os deputados Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e Reinhlod Stephanes (Agricultura) e os senadores
Alfredo Nascimento (Transportes), Marina Silva (Meio Ambiente) e Hélio Costa (Comunicações).

 

 

 

 

 

ISTOÉ DINHEIRO - SP

PODER
02/04/2007

Em baixa

Apesar de ter assumido oMinistério dos Transportes, o senador Alfredo Nascimento tem enfrentado momentos difíceis. Seu ministério encolheu com a criação da Secretaria Nacional de Portos. Seu partido, o PR, ameaçou abandonar o governo, mas se conformou depois que surgiram denúncias de desvios de recursos da Operação Tapa-Buracos, durante a primeira passagem de Nascimento pelo MT. O ministro também é acusado de irrregularidades eleitorais e responde a três processos no TRE do Amazonas. Teria comprado votos e utilizado até CNPJ falso na arrecadação de sua campanha.

 

 

O POVO - CE

POLÍTICA
02/04/2007

Projeto veta parlamentares em ministério

A escolha de deputados e senadores pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ocuparem cargos no primeiro escalão do governo na reforma ministerial provocou a reação contrária da oposição. O líder do PPS na Câmara, Fernando Coruja (SC), começou a colher assinaturas de deputados para apresentar proposta de emenda constitucional (PEC) que proíbe o governo federal de nomear parlamentares para ministérios e outros cargos públicos.

A PEC impede a nomeação de detentores de mandato eletivo - deputados federais e estaduais, senadores e vereadores - para cargos de ministros, presidentes e diretores de autarquias, empresas públicas e sociedades de economia mista -além das agências reguladoras. O texto também proíbe a nomeação dos parlamentares para secretarias de estados e municípios.

Para assumir os cargos, o texto prevê que os parlamentares renunciem aos mandatos. A PEC estabelece a perda automática do mandato depois que o parlamentar for empossado no cargo.

O autor da proposta afirma que a medida tem como objetivo "desmontar a relação promíscua" entre Executivo e Legislativo. "A prestação de contas à sociedade fica desfigurada pela subordinação do parlamentar ao chefe do Executivo, frustrando a essência da representação", argumenta Coruja.

O deputado ressaltou que em diversos países que têm como regime político o presidencialismo os parlamentares não podem exercer funções no Executivo -a não ser que renunciem aos seus mandatos. "Nos Estados Unidos é assim que funciona. Nossa Constituição de 1891 também vedava essa prática", afirmou.

O novo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva reúne cinco parlamentares que ocupam ministérios. Os deputados Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) e Reinhlod Stephanes (Agricultura), os senadores
Alfredo Nascimento (Transportes), Marina Silva (Meio Ambiente) e Hélio Costa (Comunicações) deixaram o Congresso para integrar o governo federal. (da Folhapress)

 

 

 

 

DIÁRIO DA MANHÃ - GO

POLÍTICA
02/04/2007

PMDB quer Maguito na Conab

Jovair pede mais espaço para o PTB no governo Lula

As disputas pelos cargos do segundo escalão esquentam entre os partidos aliados do governo. No Ministério da Agricultura, por exemplo, os cargos são disputados por PMDB, PTB e PR. O governador Blairo Maggi (PR-MT) quer dois dos principais postos da pasta: a Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) e a presidência da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com grande peso político por ter diretorias em todo o País. Mas o PMDB insiste em pôr, na Conab, o ex-senador Maguito Vilela.

O líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes, reclama que é pequena a fatia do partido no primeiro escalão e que não pode nomear para a pasta de Walfrido de Mares Guia (Relações Institucionais), único ministro do PTB. O PTB também quer a Conab. “O PTB foi fundamental para levar Chinaglia à presidência da Câmara. Passada a eleição, o que sobrou para a gente? Muito pouco: o Zé Múcio na liderança do governo, o Izar no Conselho de Ética e o Walfrido na articulação política. Segundo escalão é outra etapa”, avisa Jovair.

O mesmo clima de ameaça tomou conta do PR. O líder na Câmara, Luciano Castro (RR), disse que, caso o presidente tire mesmo a gestão dos
portos do Ministério dos Transportes, o PR vai exigir compensações, inclusive o Ministério da Defesa: “Vamos ter que ter uma compensação para os 41 deputados. Nesse caso, não vamos querer um cargo no segundo escalão, mas sim o último ministério que está vago, o da Defesa”.

O PP quer tomar cargos do Ministério das Cidades ocupado por petistas desde a gestão de Olívio Dutra, como o controle da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) e as poderosas secretarias de Habitação, Transporte e Abastecimento. O partido enviou ao Planalto uma lista de dez cargos, entre eles IRB, Furnas, TBG (Gasoduto Bolívia-Brasil), Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde, uma diretoria da Anvisa, outra do BNDES, outra do Banco do Brasil e uma vice-presidência da CEF. E voltou a pedir a diretoria de exploração e produção, que Severino Cavalcanti chamou de “diretoria que fura poço” e cansou de pedir a Lula.

“A diretoria conhecida como a que fura poço foi prometida ao partido, na época do Severino, e, até hoje, não foi entregue. Os partidos não vão aceitar enganação. Se prometer, tem que entregar”, disse o líder do PP, Mário Negromonte (BA).

O presidente do PMDB, Michel Temer (SP), usa a nova força no governo para pôr o ex-deputado Moreira Franco na BR Distribuidora. A bancada quer ainda cargos de Saúde, Agricultura e Integração Nacional. “Não daremos canelada, mas queremos nosso espaço”, diz Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB.

Ao longo de cinco meses, o presidente Lula alimentou a fantasia de inúmeros ministeriáveis. Mas, ao fim do mais longo processo de definição do novo Ministério, optou por ex-desafetos ou jogou ao chão os sonhos de muitos companheiros rejeitados. Curingas, como o ex-governador do Acre Jorge Viana, acabaram sem cargos no 1º escalão.

 

 

 

 

 

 

DIÁRIO DA MANHÃ - GO

CIDADES
02/04/2007

40 famílias em Hidrolândia

Cerca de 40 famílias sem-terra ocuparam no sábado, 31, por volta das 20h30, uma área pública na faixa de domínio ao lado da BR-153, KM-519, em Hidrolândia (32 km de Goiânia). Cerca de 130 pessoas estão no local. A área é de competência do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), no local é comum esse tipo de invasão, que está sendo monitorada para evitar que atrapalhe o trânsito. Não houve nenhum tipo de confusão por parte do grupo. Hoje, providências devem ser tomadas em relação ao acampamento.

 

 

O POPULAR - GO

POLÍTICA
02/04/2007

Só 12 receberam R$ 595 mil em diárias

Apenas 12 funcionários em cargos de direção e chefia receberam R$ 595.635,70 em diárias de viagem nos dois anos da gestão de Samuel Almeida (PSDB, 2005-2006) na Assembléia Legislativa (veja quadro). Os valores constam do relatório elaborado a pedido da atual mesa diretora e ao qual o POPULAR teve acesso.

A média de gastos com diárias de viagem – uma delas para o Chile, no final do ano passado – entre os 12 funcionários é de quase R$ 50 mil em 2005 e 2006. No primeiro ano da gestão do ex-presidente, a despesa com viagens entre os 12 funcionários foi quase R$ 100 mil maior que em 2006. Os campeões em diárias foram os então diretores Geral Alfredo Monteverde, o Parlamentar Rubens Sardinha e o chefe do Cerimonial Jardel Henrique Coutinho.

Interinidade
Sardinha procurou a reportagem para afirmar que do valor expresso no relatório em diárias liberadas no nome dele no ano passado devem ser descontados R$ 25 mil relativos à estada no Chile, país para o qual afirma não ter embarcado. A viagem foi realizada no final do ano passado, quando, interinamente no cargo de governador, Samuel voou para território chileno para permitir que o então presidente do Tribunal de Justiça, Jamil de Macedo, assumisse o posto, cujo titular era o recém-reeleito Alcides Rodrigues (PP).

Além de Monteverde, Sardinha e Coutinho, constam da relação das maiores diárias de viagem outros ex-diretores e chefes de departamentos da Assembléia, como Donizete de Oliveira Santos, ex-diretor de Comunicação Social, além de Dulce Maria Menezes e Marisa Barbosa da Silva, ambas da seção de Cerimonial. Marisa é irmã do presidente do
Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit), Mauro Barbosa, que deve deixar o cargo. Consta ainda o nome do irmão de Samuel Almeida, Abigail Almeida, citado em investigação de irregularidades na contratação de comissionados. O ex-presidente também é investigado no caso.

 

 

A GAZETA - MT

OPINIÃO
02/04/2007

Cobrança

O secretário Luiz Antônio Pagot se reúne nesta quarta com o novo ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento. Pretende cobrar a indicação para o Dnit.

 

FOLHA DE LONDRINA - PR

CLÁUDIO HUMBERTO
02/04/2007

Fechado

Indicado pelo governador do Mato Grosso, Blairo Maggi, Luiz Antônio Pagot deverá ser confirmado no cargo de diretor-geral do DNIT (ex-DNER).