Brasília, 28 de julho de 2005.

Prezados(as) Senhores(as),

 

Encaminho resumo das notícias veiculadas na mídia nacional e regional, pertinentes ao DNIT/MT e suas representações nos estados. Todo o clipping está disponível no sítio: www.cliptransportes.com.br .

 

Atenciosamente,

 

 

Equipe Ascom – DNIT/DG

 

JORNAL DE BRASÍLIA

CIDADE - 28/07/2005

BR-251, a estrada que amedronta e separa

São 164 quilômetros de buracos entre Brasília e Unaí. Segundo o prefeito, brasilienses deixaram de visitar a cidade

Os pedaços de carros e pneus espalhados ao longo da BR–251, no trecho que liga Brasília a Unaí, denunciam os riscos aos quais estão expostos os motoristas. De acordo com dados apresentados pela Polícia Rodoviária Federal, em seu site, a pista apresenta "estado ruim de conservação, acostamento sem revestimento e sinalizações horizontal e vertical regulares".

As histórias de acidentes provocados por causa do estado precário das pistas se multiplicam com a mesma velocidade em que surgem novos buracos na pista. Motorista da linha Brasília/Unaí há dois anos, Hamilton Alves conta que presencia, pelo menos, três acidentes por semana. "Sem falar que todos os dias ajudamos umas cinco pessoas que estão com o carro quebrado por causa da buraqueira", diz.

Terça-feira desta semana, cinco pessoas ficaram feridas depois de uma batida de frente, por volta das 11h30, no quilômetro 31. O acidente ocorreu porque o Palio prata placa HAN–9566, que trafegava pela rodovia no sentido Unaí, foi desviar de um buraco e atingiu frontalmente o Tempra vinho placa GPF– 7068.

SEM VISITASSegundo o prefeito de Unaí, José Gomes Branquinho, são difíceis de calcular os prejuízos causados pela precariedade da estrada. Por dia, segundo ele, cerca de 600 toneladas de soja saem de Unaí e passam pela BR-251 em direção ao DF. Parte da carga se perde por causa da pista ruim. "Além disso, muitos parentes de gente daqui, que moram em Brasília, deixaram de vir a Unaí para não se arriscar na rodovia", conta.

O Jornal de Brasília percorreu os 164 quilômetros da rodovia. Nos primeiros 70 quilômetros, ainda no DF, a estrada apresenta boas condições, com sinalização e acostamentos em bom estado de conservação. O problema começa a partir da divisa com o estado de Goiás. São 33 quilômetros que exigem atenção e perícia dos motoristas.

Perto do distrito de Campos Limpos, uma cratera de cerca de um metro de diâmetro obriga os carros a desviarem na contramão, onde o acostamento é feito de terra e há uma seqüência de mais buracos. Do quilômetro 13 ao 24, o asfalto desapareceu e há várias seqüências de buracos que obrigam os carros a trafegar pelos acostamentos, também precários.

De acordo com o coordenador do Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte (
DNIT), Ruimar dos Santos, a solução para o problema está a caminho. Segundo ele, uma parceria entre o órgão e o Banco Mundial abriu licitação para a reforma de trechos em quatro rodovias federais: 040, 020, 251 e 070. Ruimar conta que o consórcio VIA/ETEC, ganhador da licitação, pediu a rescisão do contrato.

Agora, segundo Ruimar, o
Dnit está convocando o segundo colocado, o Consórcio 100 – formado pelas construtoras SGR, Later e Caiapó – para recomeçar as obras. A expectativa do órgão é que a reforma da pavimentação asfáltica comece no próximo mês. Serão refeitos 718 quilômetros, nas quatro rodovias, com um investimento de R$ 2 milhões. "Enquanto isso, amenizamos o problema com a colocação de cascalho nas partes mais críticas", promete.

 

 

DIÁRIO DE S. PAULO

ECONOMIA - 28/07/2005

Estradas federais terão pedágio em São Paulo em 2006

Estão previstas 18 praças de cobrança nas rodovias Régis Bittencourt, Fernão Dias e BR-153 (no Noroeste do Estado)

Regina Terraz
As estradas federais que passam pelo estado de São Paulo devem começar a cobrar pedágio a partir do ano que vem. O
Ministério dos Transportes prepara a concessão à iniciativa privada das rodovias BR-116 (Régis Bittencourt), que liga São Paulo a Curitiba (PR), BR-381 (Fernão Dias), que liga a Capital a Belo Horizonte (MG) e a BR-153, que corta o Estado de São Paulo na região noroeste, ligando o Paraná a Minas Gerais. Estão previstas 18 praças de pedágio nestas três rodovias: oito na Fernão Dias, seis na Régis Bittencourt e quatro na BR-153. Os preços dos pedágios ainda não foram definidos.

 

GAZETA DO POVO – PR

PARANÁ - 28/07/2005
BR-376 está em obras de recuperação

Vários trechos da BR-376, entre Ponta Grossa e Ortigueira, estão em obras. Por causa disso, em seis pontos diferentes o tráfego flui em meia pista. O motorista precisa parar e aguardar a liberação para continuar a viagem. A concessionária Rodonorte, responsável pela rodovia, orienta os motoristas a reduzirem a velocidade nos locais em obras e programarem as viagens, saindo de casa com antecedência. Informações no telefone 0800-42-1500.

 

 

J. DO COMMERCIO - PE

ECONOMIA - 28/07/2005
BNDES confirma verba para a Transnordestina
Um convênio de R$ 4,5 bilhões deve ser firmado em agosto por órgãos do governo e acionistas da CFN para tornar viável a ligação de Eliseu Martins (PI) aos Portos de Suape (PE), Mucuripe (CE) e Pecém (CE)

RIO – Dois projetos de logística importantes para as exportações do País, o arco rodoviário de Sepetiba e a ferrovia Transnordestina, avançam a passos largos, segundo o chefe do Departamento de Transportes e Logística do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Rômulo Santos. Um convênio de R$ 4,5 bilhões para a ferrovia Transnordestina deve ser firmado no mês que vem por diversos órgãos de governo e os acionistas da Companhia Ferroviária do Nordeste (CFN), com objetivo de tornar viável a ligação de Eliseu Martins (PI) aos Portos de Suape (PE), Mucuripe (CE) e Pecém (CE).

Já as concessionárias Nova Dutra e Concer entraram com pedido de financiamento de R$ 500 milhões do BNDES para construir o arco rodoviário de Sepetiba, cujas obras têm custo estimado em R$ 600 milhões. O arco dará acesso ao
Porto de Sepetiba a partir da São Paulo-Rio, administrada pela NovaDutra, e da Juiz de Fora-Rio, explorada pela Concer.

No caso da ferrovia, dos R$ 4,5 bilhões, R$ 4 bilhões vêm do setor público. O BNDES vai aportar R$ 1,25 bilhão na Transnordestina, já liberou R$ 250 milhões (desde 2000) e financiará mais R$ 400 milhões para a obra, que permitirá ligar Eliseu Martins a Suape, Mucuripe e Pecém.

O governo federal, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento Econômico (FNDE), ligado ao Ministério da Integração Nacional, entrará com mais R$ 2,05 bilhões. Os acionistas da CFN, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e Taquari Participações, irão aportar R$ 300 milhões. “Outros R$ 250 milhões serão colocados por um novo sócio, que a CSN está procurando”, disse Santos.

Ele explicou que o aporte do BNDES na Transnordestina será abatido do Imposto de Renda da instituição financeira por se tratar de aplicação no Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor).

No Recife, o chefe do Departamento Nordeste do BNDES, Miguel Romualdo de Medeiros, explicou que a decisão e as operações do banco são concentradas no Rio de Janeiro, mas frisou que trata-se de uma operação inédita. “O BNDES, pela primeira vez, vai usar os recursos das opções do Finor. O banco nunca usou da faculdade de reaplicar o IR devido e fez isto agora para ajudar a viabilização da obra”. Vencedora da privatização da Malha Nordeste, em 1994, a CFN nunca cumpriu metas de investimentos nem redução de acidentes.

O chefe de gabinete do Ministério da Integração, Pedro Brito, disse ontem que, nos próximos 30 dias, terão início as obras de integração da bacia do rio São Francisco com outras bacias nordestinas. No entanto, as obras dependem do aval do Tribunal de Contas da União (TCU).

 

 

 

J. DO COMMERCIO - PE

ECONOMIA - 28/07/2005

Jarbas discute com Dilma Rousseff sobre recursos para Suape

O governador Jarbas Vasconcelos (PMDB) se reúne hoje com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para pedir mais recursos federais para o Porto de Suape via liberações de verba prevista no Orçamento Geral da União (OGU) para 2005 e também negociará a inclusão da estatal entre os portos prioritários que poderão ser enquadrados no Plano Piloto de Investimentos (PPI), que terá recursos sem contingenciamento e em comum acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para este ano, há previsão de uma liberação de R$ 2,6 bilhões do programa.

Este ano, o
Porto de Suape recebeu R$ 13 milhões do governo federal, que foram restos a pagar do Orçamento Geral de 2004. Este ano, a estatal tinha uma rubrica de R$ 42 milhões no OGU, mas não recebeu qualquer liberação desses recursos.

Ao visitar o Recife, na semana passada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu, para o governador Jarbas Vasconcelos, incluir Suape entre os
portos prioritários. Essa promessa tem grandes chances de ser atendida agora, quando o governo passa por uma grande crise e precisa de apoio político.

O governo do Estado quer melhorar a infra-estrutura do
Porto de Suape para receber os grandes investimentos já anunciados, como o estaleiro da empresa Camargo Corrêa e o pólo de poliéster, entre outros.

 

ZERO HORA - RS

Só nas estradas

Superintendente do Departamento Nacional de Infra-estrutura Terrestre (Dnit), o engenheiro Marcos Ledermann, 72 anos, será o anfitrião do presidente Lula hoje na visita às obras de duplicação da BR-101.

Com 45 anos de trabalho em estradas, Ledermann considera o "coroamento" de sua carreira acompanhar a execução de uma obra como a duplicação da BR-101, sonhada há tantos anos por gaúchos e catarinenses.

- Nunca fiz outra coisa na vida - conta