INFORME JB
10/07/2006
Ai que dor...
Na sexta-feira,
no Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transportes, era visível o
mau-humor do presidente Lula. 0 próprio presidente explicou que estava sentindo
dores no pescoço. Deve ser a bursite, doença que acompanha o presidente há mais
de 20 anos.
1º CADERNO
10/07/2006
Senado trava posse
de diretores de agências reguladoras e embaixadores
Daniel Rittner
Com a base governista ainda desarticulada, 32 indicações feitas pelo Palácio do
Planalto para cargos como diretores de agências reguladoras e embaixadores
estão parados no plenário do Senado. São nomes que já passaram pelas sabatinas
necessárias nas comissões setoriais, mas esbarraram na última etapa antes da
posse, prejudicando o trabalho das agências e às vezes até atrasando a abertura
de representações brasileiras no exterior.
Sem atenção dos partidos aliados nem da oposição, algumas sabatinas deixam os
indicados em situação constrangedora. Na terça-feira da semana passada, por
exemplo, dois nomes iam ser submetidos ao crivo dos parlamentares da Comissão
de Infra-Estrutura: Josef Barat, indicado para a Agência Nacional de Aviação
Civil (Anac), e Francisco Oliveira Filho, para a Agência Nacional de Transportes
Terrestres (ANTT). A sabatina estava programada para
as 14 horas. Uma hora e meia depois, aguardando na ante-sala da comissão, Barat
e Oliveira foram gentilmente dispensados por um assessor da oposição. Nenhum
senador, nem mesmo do PT, apareceu na reunião.
Seja durante as sabatinas nas comissões ou no plenário, a aprovação de
indicados pelo Palácio do Planalto jamais foi alvo de tanta barganha política.
A votação no plenário também foi complicada, nas últimas semanas, pelo excesso
de medidas provisórias que trancavam a pauta no Senado. No fim de junho, o
governo baseou-se em um mandado de segurança julgado pelo ministro Marco Aurélio
Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), para pressionar pela aprovação das
"autoridades" - como são chamados, no Congresso, os indicados para
esse tipo de cargo.
Segundo o entendimento do STF, as indicações não constituem uma matéria
legislativa e, por isso, podem ser votadas mesmo com a pauta trancada por MPs.
Na semana passada, lideranças partidárias finalmente entraram em acordo para
fazer as votações. Concordaram em aprovar, na terça-feira à noite, a maioria
dos nomes guardados na gaveta. Mas, alegando que a votação do Fundeb já se
arrastara até 22h30, decidiram terminar a sessão. Pouco antes, o senador
Marcelo Crivella (PRB-RJ) havia feito um discurso em defesa das crianças,
"a maior riqueza do Brasil", dirigindo-se aos "ouvintes da Rádio
Senado" e aos "telespectadores da TV Senado".
A líder do PT, Ideli Salvati (SC), saiu satisfeita com a promessa da oposição
de aprovar as indicações nesta semana. Enquanto isso, a situação das agências
reguladoras se deteriora. Desde 19 de abril, por exemplo, dois novos indicados
para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) contam com a aprovação da
Comissão de Infra-Estrutura e aguardam apenas uma posição do plenário. O órgão
está trabalhando há mais de um ano com só três dos cinco membros da diretoria.
Isso tem deixado sobrecarregados os atuais diretores. Como o diretor-geral,
Jerson Kelman, não pode relatar processos, os outros dois integrantes nunca
trabalharam tanto. Em 2004, último ano inteiro em que a diretoria esteve
completa, o máximo de processos relatados por um mesmo diretor havia sido 379 -
marca registrada pelo ex-diretor Jaconias de Aguiar.
Com a agência desfalcada, a diretora Joísa Campanher, que tomou posse em
dezembro de 2006, relatou 413 processos só de janeiro a junho.
Não é absurdo pensar que a sobrecarga pode comprometer a qualidade da análise
de cada processo ou atrasar o tempo necessário para avaliar um conjunto de
processos. O curioso é que, nos últimos 16 meses, a diretoria da Aneel esteve
completa só em uma ocasião: justamente na semana do Natal do ano passado.
No Itamaraty, a situação não é melhor. Quinze embaixadores aguardam a aprovação
do plenário do Senado para assumir as representações brasileiras no exterior. A
maioria está na África e em países onde o país decidiu abrir uma embaixada
agora.
Segundo informaram fontes da diplomacia, alguns casos chegam a ser quase dramáticos,
porque os próprios embaixadores são encarregados de supervisionar a abertura
das representações e só dependem da votação para seguir viagem e iniciar esses
trabalhos.
(Citação Dnit no gráfico)
POLÍTICA NACIONAL
10/07/2006
Em campanha, Lula
faz de reuniões administrativas atos de governo
Sem poder fazer
campa-nha durante a semana, o pre-sidente Luiz Inácio Lula da Silva tem criado
fatos políticos para divulgar números do seu governo.
Ontem, Lula participou de reunião do Ministério dos Transportes no Dnit (Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes). No encontro, o ministro Paulo Sérgio Passos divulgou um balanço da Operação
Tapa-burados nas estradas.
Desde que a operação foi implementada, em janeiro, o ministério vem divulgando
balanços parciais. Apenas o de hoje contou com a presença do presidente Lula.
Empolgado com os números, Lula lamentou que o ministro não tivesse levado mais
dados relativos a outros setores da pasta. "Eu pensei que você iria fazer
uma apresentação do conjunto do Mi-nistério dos Transportes, da questão das ferrovias, o que está acontecendo com as ferrovias, com nossos portos. Se não fez dessa vez, faça da
ou-tra", orientou.
Porta para a corrupção - O presidente também voltou a fazer críticas de seus
antecessores e saiu em defesa do Dnit, órgão
frequentemente acusado de ser uma porta para a corrupção. O próprio presidente
disse que, antes dele, o Dnit não tinha "boa imagem na
praça".
"Tenho orgulho em ver o Dnit provar
que é uma instituição que vale a pena apostar nela", afirmou, referindo-se
ao "sucesso" da Operação Tapa-buracos.
E continuou: "No Brasil temos o hábito de quando uma coisa não dá certo, a
primeira coisa que a gente faz é desacreditar a instituição. Já se fechou uma
enormidade de coisas que se não funcionava bem, mas não era por causa da
instituição, mas da pessoas que a comandava".
BRASIL
10/07/2006
Trânsito no Anel
fica mais confuso a partir de hoje
Jaqueline da
Mata
Repórter
O tráfego no Anel Rodoviário deve se complicar a partir de hoje, quando as
obras de recapeamento asfáltico, começam a tomar proporções maiores. Uma das
pistas do Bairro Betânia, sentido BH/Rio de Janeiro, e do Viaduto São Francisco,
sentido BH/Vitória, está interditada e provoca lentidão no trânsito.
Patrulheiros da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) estão monitorando o local.
Orçado em R$ 72 milhões de recursos públicos _ R$ 57,5 milhões do Departamento
Nacional de Infra-Estrutura e Transporte (Dnit) e R$
14,5 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)_, o empreendimento está
previsto para ser concluído no final do ano, antes do período chuvoso.
Construído em 1950, o Anel Rodoviário está crítico, e, por isso, a via tem sido
palco constante de acidentes, muitos fatais. No ano passado, foram 1.708
desastres, com 486 feridos e 31 mortos, de acordo com a Polícia Rodoviária
Estadual. Em 2004, foram 1.702 ocorrências, 488 feridos e 36 mortos. E, em
2003, houve 1.537, com 429 feridos e 44 mortos.
Com as intervenções, a expectativa é reduzir ao máximo o número de acidentes. O
Anel Rodoviário vai receber uma nova camada de asfalto e, nos lugares em que
houver necessidade, será feita fresagem. O projeto também prevê a construção de
oito passarelas de travessia de pedestres, nos bairros Bonsucesso, na Região do
Barreiro; Engenho Nogueira, na Pampulha; e Universitário e Nazaré, ambos na
região Nordeste. As outras quatro serão construídas no KM 14,2, na Região Noroeste;
no KM 23, na Nordeste; no trevo da Avenida Carlos Luz e no viaduto do Trevo do
Bairro São Francisco, na Pampulha.
Outro serviço previsto é o fechamento de todos os bueiros abertos, assim como
das bocas-de-lobo. Um levantamento feito pela Prefeitura de Belo Horizonte no início
deste ano constatou que, nos 26,5 quilômetros do Anel, existem 213 estruturas
de escoamento que precisam ser tampadas, o que representa uma deficiência a
cada 100 metros de rodovia.
No início da semana passada, quando as obras começaram, motoristas tiveram que
ter muita paciência para enfrentar o congestionamento que se formou na altura
do Bairro Califórnia onde uma das pistas, sentido BH/Vitória foi interditada.
Trevo de Itabira deverá ter trincheira
Cláudia Rezende
Repórter
Uma trincheira poderá ser construída no KM 388, da BR-381, na entrada para o
município de Itabira, na Região Central do Estado. A medida deverá ser adotada
para reduzir o número de acidentes no local, considerado um dos pontos críticos
da rodovia. Inicialmente, o trevo receberia uma melhora operacional, com
sinalização e adequação das vias. Entretanto, a Prefeitura de Itabira não ficou
satisfeita e decidiu elaborar o projeto da trincheira, já que no trevo
acontecem acidentes constantemente.
O engenheiro supervisor regional do Departamento Nacional de Infra-Estrutura e
Transportes (Dnit), Alexandre de Oliveira, informou
que vai avaliar o projeto nesta semana, mas não pode garantir se a trincheira
será construída. O prefeito de Itabira, João Izael Querino Coelho (PL), espera
uma solução em até 15 dias, com as máquinas do Exército entrando em campo.
O trevo dá acesso à Rodovia Estadual Deputado Luiz Medeiros,
que leva a Itabira e a outros municípios das regiões Central e Leste de Minas.
Além disso, o local é confluência com a BR-381, entre os municípios de Belo
Horizonte e João Monlevade, na Região Central, trajeto que recebe um fluxo
intenso de carros e também de veículos pesados e ônibus de viagem.
A trincheira será edificada no percurso Belo Horizonte/Itabira, passando por
baixo da BR-381 para evitar acidentes e para melhorar a orientação para o
motorista que segue direto na rodovia. A assessoria de imprensa do Dnit informou que ainda não recebeu a
aprovação do órgão em Brasília, mas que o cronograma prevê que todas as
intervenções na BR-381 terminem até o final do ano.
A paralisação na obra contrariou o agente de viagem Paulo Maia, 54 anos. Ele
mora em Belo Horizonte, mas vai a Itabira três vezes por semana, onde mora sua
mulher. ½Agora que parou a obra, o trevo ficou ainda mais perigoso, porque já
estava terraplanado e cheio de buracos. Todo dia tem acidente”, reclama. Para
evitar surpresas desagradáveis na estrada, Paulo Maia só viaja de ônibus. Ele
conta que passa pela rodovia há 35 anos e não houve mudança significativa nas
condições de tráfego nesse período. ½Apenas pequenas melhorias, mas continua
muito ruim e perigoso”.
MINAS
10/07/2006
Trânsito no Anel
fica mais confuso a partir de hoje
Jaqueline da
Mata
Repórter
O tráfego no Anel Rodoviário deve se complicar a partir de hoje, quando as
obras de recapeamento asfáltico, começam a tomar proporções maiores. Uma das
pistas do Bairro Betânia, sentido BH/Rio de Janeiro, e do Viaduto São
Francisco, sentido BH/Vitória, está interditada e provoca lentidão no trânsito.
Patrulheiros da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) estão monitorando o local.
Orçado em R$ 72 milhões de recursos públicos _ R$ 57,5 milhões do Departamento
Nacional de Infra-Estrutura e Transporte (Dnit) e R$
14,5 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH)_, o empreendimento está
previsto para ser concluído no final do ano, antes do período chuvoso.
Construído em 1950, o Anel Rodoviário está crítico, e, por isso, a via tem sido
palco constante de acidentes, muitos fatais. No ano passado, foram 1.708
desastres, com 486 feridos e 31 mortos, de acordo com a Polícia Rodoviária
Estadual. Em 2004, foram 1.702 ocorrências, 488 feridos e 36 mortos. E, em
2003, houve 1.537, com 429 feridos e 44 mortos.
Com as intervenções, a expectativa é reduzir ao máximo o número de acidentes. O
Anel Rodoviário vai receber uma nova camada de asfalto e, nos lugares em que
houver necessidade, será feita fresagem. O projeto também prevê a construção de
oito passarelas de travessia de pedestres, nos bairros Bonsucesso, na Região do
Barreiro; Engenho Nogueira, na Pampulha; e Universitário e Nazaré, ambos na
região Nordeste. As outras quatro serão construídas no KM 14,2, na Região Noroeste;
no KM 23, na Nordeste; no trevo da Avenida Carlos Luz e no viaduto do Trevo do
Bairro São Francisco, na Pampulha.
Outro serviço previsto é o fechamento de todos os bueiros abertos, assim como
das bocas-de-lobo. Um levantamento feito pela Prefeitura de Belo Horizonte no
início deste ano constatou que, nos 26,5 quilômetros do Anel, existem 213
estruturas de escoamento que precisam ser tampadas, o que representa uma
deficiência a cada 100 metros de rodovia.
No início da semana passada, quando as obras começaram, motoristas tiveram que
ter muita paciência para enfrentar o congestionamento que se formou na altura
do Bairro Califórnia onde uma das pistas, sentido BH/Vitória foi interditada.
MINAS
10/07/2006
Trevo de Itabira
deverá ter trincheira
Cláudia Rezende
Repórter
Uma trincheira poderá ser construída no KM 388, da BR-381, na entrada para o
município de Itabira, na Região Central do Estado. A medida deverá ser adotada
para reduzir o número de acidentes no local, considerado um dos pontos críticos
da rodovia. Inicialmente, o trevo receberia uma melhora operacional, com
sinalização e adequação das vias. Entretanto, a Prefeitura de Itabira não ficou
satisfeita e decidiu elaborar o projeto da trincheira, já que no trevo
acontecem acidentes constantemente.
O engenheiro supervisor regional do Departamento Nacional de Infra-Estrutura e
Transportes (Dnit), Alexandre de Oliveira, informou
que vai avaliar o projeto nesta semana, mas não pode garantir se a trincheira
será construída. O prefeito de Itabira, João Izael Querino Coelho (PL), espera
uma solução em até 15 dias, com as máquinas do Exército entrando em campo.
O trevo dá acesso à Rodovia Estadual Deputado Luiz Medeiros,
que leva a Itabira e a outros municípios das regiões Central e Leste de Minas.
Além disso, o local é confluência com a BR-381, entre os municípios de Belo
Horizonte e João Monlevade, na Região Central, trajeto que recebe um fluxo
intenso de carros e também de veículos pesados e ônibus de viagem.
A trincheira será edificada no percurso Belo Horizonte/Itabira, passando por
baixo da BR-381 para evitar acidentes e para melhorar a orientação para o
motorista que segue direto na rodovia. A assessoria de imprensa do Dnit informou que ainda não recebeu a
aprovação do órgão em Brasília, mas que o cronograma prevê que todas as
intervenções na BR-381 terminem até o final do ano.
A paralisação na obra contrariou o agente de viagem Paulo Maia, 54 anos. Ele
mora em Belo Horizonte, mas vai a Itabira três vezes por semana, onde mora sua
mulher. ½Agora que parou a obra, o trevo ficou ainda mais perigoso, porque já
estava terraplanado e cheio de buracos. Todo dia tem acidente”, reclama. Para
evitar surpresas desagradáveis na estrada, Paulo Maia só viaja de ônibus. Ele
conta que passa pela rodovia há 35 anos e não houve mudança significativa nas
condições de tráfego nesse período. ½Apenas pequenas melhorias, mas continua
muito ruim e perigoso”.
GERAL
10/07/2006
O presidente
Luiz Inácio Lula da Silva disse que foram sucessivas cobranças da primeira-dama
Marisa Letícia que o teriam levado a dar atenção à recuperação das rodovias brasileiras.
"Toda vez que eu chegava em casa, minha mulher falava: 'Lula, você viu o
que está acontecendo nas estradas?'", relatou o presidente,
comentando em seguida que Marisa acompanhava o noticiário da TV sobre a precariedade
nas estradas. "Aquilo foi me incomodando, e
aí fizemos uma reunião e decidimos priorizar a recuperação das estradas brasileiras e não permitir que os
buracos continuassem atazanando a vida dos brasileiros", afirmou Lula, em
encontro com superintendentes do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT).
Num rápido pronunciamento, Lula ainda soltou farpas contra a imprensa que, à
época, segundo ele, deu destaque aos buracos nas rodovias. "Agora, a imprensa parou de falar",
disse o presidente. "Ou o problema está resolvido, ou o carro do
jornalista caiu no buraco e não teve notícia", ironizou.
Em seguida, o presidente disse que valeu a pena receber "desaforos" e
críticas por causa da operação tapa-buraco.
Correio Popular
GERAL
10/07/2006
Dnit diz que obra
na Imigrantes vai começar em Porto Velho
O
superintendente do Dnit em Rondônia, José Ribamar da Cruz
Oliveira, explicou ontem que o órgão vem trabalhando com atenção prioritária
para viabilizar o início da reconstrução do trecho da Avenida Imigrantes –
antiga Costa e Silva – cujo leito desabou em decorrência de infiltrações. Para
ele, a insatisfação do público é plenamente justificável em decorrência dos
transtornos causados pelo desabamento. "Mas não há como evitar a
realização de um trabalho consistente, sob pena de permanecer o risco de uma
repetição do incidente".
Para Oliveira, os atrasos registrados na execução da obra devem ser creditados
em parte à própria legislação, que exige uma série de cuidados. "Estamos
concluindo a fase de projeto – cuidado incontornável em função do volume de
serviços ali necessário. Em seguida, haverá a publicação no Diário Oficial e a
análise da Procuradoria. Depois disso, será celebrado o convênio com o 5º BEC e
efetuado o repasse dos recursos. Somente então as obras poderão ser
iniciadas".
- Quem passa pelo local não consegue imaginar o volume de obras ali exigido.
Não basta simplesmente construir um muro de contenção e pronto. Teremos que
buscar o olho dágua lá existente para a construção de um sistema eficaz de
drenagem. Somente depois disso é que poderão ser reconstruídas as pistas de
ambos os lados. Felizmente isso não vai mais demorar tanto – concluiu ele.