O ESTADO DE S. PAULO - SP 

CESAR GIOBBI
21/12/2006

 

Som bom

 

Não muita gente sabe que o som na casa do ministro dos Transportes, o baiano Paulo Sergio Oliveira, é sempre muito bom. O ministro é casado com a cantora Rosa Passos.

 

 

O ESTADO DE S. PAULO - SP 

METRÓPOLE
21/12/2006

 

Venda de pacotes aéreos cai em São Paulo

 

Paulo Baraldi
Entidades de turismo do Estado de São Paulo apresentaram ontem pesquisa que mostra queda de 2,56% nas vendas de 261 agências e operadoras - incluindo as que trabalham só com pacotes para empresas - nas duas primeiras semanas deste mês, comparado a período igual do ano passado.

'A crise aérea afetou o setor, com perdas superiores ao que o governo deveria ter investido', disse o presidente do Sindicato das Empresas de Turismo do Estado de São Paulo, Eduardo Nascimento. As mais afetadas foram as pequenas empresas, com queda de 3,25%. As de grande porte tiveram aumento médio de 1,67%.

'As pessoas estão trocando o avião pelo ônibus', acredita Nascimento. Ele toma por base os 31% de entrevistados que priorizam as viagens por
rodovias nacionais, classificando o segmento entre os três melhores em desempenho de vendas para as férias de verão. Em primeiro lugar estão os cruzeiros marítimos nacionais, com crescimento de 82% na preferência.

 

 

JORNAL DE BRASÍLIA - DF 

OPINIÃO
21/12/2006

                                                                                                                                                                    

Burocracia atrasa obra

 

Ascom/Ibama
Ao contrário do que foi noticiado na matéria "Burocracia atrasa obra", publicada ontem no Jornal de Brasília, o atraso no licenciamento de um trecho da BR–070 (entre Brasília e Águas Lindas/GO) não ocorre por problemas burocráticos do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). O processo de licenciamento ambiental desta obra atualmente depende da reapresentação dos estudos sobre os impactos ambientais pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura Terrestre (
DNIT).

Em todo e qualquer processo de licenciamento deste tipo é o empreendedor que fica responsável pela elaboração de tais estudos (Eia-Rima). Neste caso, o
DNIT, embora tenha entrado com o pedido de licença em outubro de 2001, só apresentou os estudos ao Ibama em outubro de 2006 e estes não estavam tecnicamente satisfatórios, ou seja, mesmo após cinco anos de elaboração apresentavam lacunas e falhas referentes a informações fundamentais e exigências legais. Assim, o Ibama solicitou complementações e uma reapresentação destes estudos.

 

 

JORNAL DE BRASÍLIA - DF 

CLÁUDIO HUMBERTO
21/12/2006

 

Tudo combinado

 

Ao defender a regionalização do controle do Porto de Santos e da Cia Docas de São Paulo (Codesp), o governador eleito José Serra "tocou de ouvido" com o presidente Lula. Tudo em nome da pretendida "coalizão".

 

 

O GLOBO - RJ 

O PAÍS
21/12/2006

 

Às vésperas do Natal, estradas cheias de buracos

Operação Tapa-Buracos, que gastou R$ 500 milhões este ano, não resolveu problemas e há vários trechos interditados

 

BRASÍLIA. A Operação TapaBuraco, lançada às pressas pelo governo federal no início do ano eleitoral, não foi suficiente para pôr fim no caos das rodovias brasileiras. A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) e a Polícia Rodoviária Federal informaram que ainda são precárias as condições de importantes estradas federais. Um exemplo do drama da má conservação é a BR-153: no último dia 14, a Justiça Federal em Minas Gerais determinou a interdição de um trecho da rodovia entre Monte Alegre de Minas e Prata, na divisa com São Paulo.

“A rodovia foi interditada devido às péssimas condições”, diz relatório da Polícia Rodoviária Federal. O próprio governo reconhece as dificuldades. Há duas semanas, em reunião com a chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, dirigentes do
Ministério dos Transportes informaram que 69% da malha rodoviária federal se encontram em condições más ou regulares.

Apenas 31% da malha, de 54 mil quilômetros, é considerada boa para o trânsito de carros.

Entre os trechos críticos, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (
Dnit) aponta cerca de 300 quilômetros da BR-101, entre Ilhéus (BA) e a divisa do estado com o Espírito Santo. É um trecho muito utilizado por turistas de Rio, São Paulo e Minas Gerais que, no verão, costumam viajar ao sul da Bahia.

As BRs 040 e 262, em Minas, também têm trechos precários.

A BR-040 é uma importante ligação entre Brasília, Belo Horizonte e Rio.

Os trechos mais críticos da estrada estão entre Alagoinhas e Belo Horizonte. Na Região Sul, os maiores problemas ainda estão na BR-101, principalmente entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O trecho é uma das principais alternativas de turistas da Argentina, do Uruguai e do Rio Grande do Sul que vão às praias de Santa Catarina. O
Dnit reconhece as dificuldades, mas alega que a rodovia está sendo duplicada. Segundo o diretor de Infra-Estrutura, Hideraldo Luiz Caron, os atrasos em viagens pela região são inevitáveis.

— As obras de duplicação da rodovia estão em andamento.

Então é natural que em alguns pontos os motoristas tenham que passar por desvios e isso atrasa as viagens.

Mas não são apenas as
rodovias utilizadas por turistas que estão com problemas. As estradas, essenciais para o escoamento da produção agrícola de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul também estão com vários trechos esburacos.

Caron sustenta, no entanto, que o governo já iniciou ou está preparando a recuperação de quase toda a malha da região.

O diretor de Cargas da Confederação Nacionalde Transpor tes (CNT), Flávio Benatti, compara as más condições das
estradas federais ao apagão do setor aéreo.

Para ele, os dois problemas estão interligados e são parte os baixos investimentos que estão estrangulando o transporte no país.

Pesquisa divulgada pela CNT informa que 54,5% da malha rodoviária brasileira se encontra em situação regular, ruim ou péssima.

— As
estradas brasileiras estão inseguras. Se nada for feito, vamos ter problemas como o apagão do setor aéreo — afirmou Benatti.

No fim de novembro, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes disse que a Operação Tapa-Buracos desperdiçou muito dinheiro.

No total, estão sendo investidos R$ 500 milhões em 27 mil quilômetros de
rodovias federais.

— O dinheiro aplicado na Operação Ta paBu rac os foi literalmente jogado na sarjeta— disse Nardes.

Hideraldo Caron, do
Dnit, afirmou ontem que o órgão planeja investir R$ 8 bilhões nos próximos quatro anos só na recuperação das estradas federais. Segundo ele, o investimento será suficiente para por as rodovias em boas condições de tráfego. Parte dos projetos de recuperação das estradas fazem parte do Plano de Investimentos que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve anunciar nos próximos dias. O plano é a plataforma do governo para impulsionar o crescimento da economia.

 

 

O GLOBO - RJ 

O PAÍS
21/12/2006

 

Buracos isolam cidades em Minas

Áreas castigadas pelas chuvas no estado têm problemas por causa de rodovias

 

BELO HORIZONTE. As cidades mineiras castigadas pelas chuvas ainda têm localidades isoladas por problemas em rodovias. Em Lambari, cidade turística do sul de Minas, os moradores, cansados de sofrer com os prejuízos, resolveram se unir e fazer, com o próprio dinheiro, uma operação tapaburacos no trecho da BR460 que dá acesso à cidade.

Segundo os moradores, desde que foi inaugurada, em julho de 1976, a rodovia nunca passou por reparos.

Em Cantagalo, onde duas pessoas morreram soterradas esta semana, começou a ser construída uma passarela na rodovia MG-314, que dá acesso a São João Evangelista, no lugar onde a chuva provocou uma cratera de 15 metros de diâmetro. O acesso de caminhões à cidade está comprometido.

Na região de Governador Valadares, as chuvas deixaram quase 180 quilômetros de
estradas destruídas. De acordo com o Dnit, vários pontos das rodovias federais em Minas estão prejudicados por buracos. Na BR-356, no Triângulo Mineiro, há buracos grandes na pista.

Na BR-153, o trecho entre os quilômetros 58 e 100 foi interditado por ordem judicial no dia 14 de dezembro. O trânsito foi desviado para a BR-497, que liga Prata a Uberlândia. A rodovia é conservada pelo DER/MG e não tem acostamentos. Na BR-262 existem vários buracos no trecho que vai de São Pedro dos Ferros, na Zona da Mata, até João Monlevade, entre os quilômetros 0 e 200.

Na BR-491, entre Alfenas e Paraguaçu, no sul de Minas, a rodovia está com sinalização ruim e buracos na pista. Entre Paraguaçu e Varginha também há muitos buracos. Na BR-459, as chuvas deixaram muitos buracos entre os quilômetros 109 e 158, próximo a Itajubá, no sul de Minas.

Buracos e barreiras também são problemas na BR-381, no trecho entre Governador Valadares e Coronel Fabriciano.

Entre Três Corações e a divisa com São Paulo, há buracos na pista e o sistema de drenagem está comprometido. Outro trecho com grande número de buracos é o da BR-482, entre Carangola e Fervedouro, entre os quilômetros 30 e 58.

 

 

DIÁRIO DA MANHÃ - GO 

CIDADES
21/12/2006

 

Dnit autoriza revitalização

 

O diretor-geral do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes – Dnit, Mauro Barbosa da Silva, assinará, em audiência com o governador Alcides Rodrigues, os editais para execução da obra de restauração da rodovia BR-452, em Goiás, e para realização de estudos de viabilidade técnica, econômica, financeira e ambiental para a obra de adequação e ampliação da capacidade do corredor Goiânia–Cuiabá. Este corredor é formado pelas rodovias BR-060, BR-364 e BR-070, que cortam os Estados de Goiás e Mato Grosso, ligando as capitais. O empreendimento será autorizado por Mauro Barbosa hoje no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. Essas rodovias formam importantes corredores de exportação.

 

 

DIÁRIO DE CUIABÁ - MT 

CIDADES
21/12/2006

 

Dnit decide por construção de viaduto para duplicação

 

ALECY ALVES
Da Reportagem
O Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (
Dnit) decidiu pela construção de um viaduto na BR-364, na serra de São Vicente, em substituição a obra de aterramento inicialmente prevista no projeto de duplicação da rodovia.

O superintendente do
Dnit no Estado, Rui Barbosa Egual, disse que a equipe técnica do órgão vinha analisando essa possibilidade e chegou ao consenso de que além de necessário, o viaduto seria ambientalmente mais aceito.

De acordo com Egual, para duplicar a pista num trecho da serra teria de ser feita uma obra de aterro de 30 metros de altura por 100 metros de extensão. Já com o viaduto, avaliou ele, agrediria menos o meio ambiente e permitiria uma visão privilegiada da área.

Rui Barbosa Egual disse que os recursos para essa obra ainda não foram estimados e não estão inclusos nos R$ 16 milhões assegurados para a duplicação. Entretanto, segundo ele, há discussão em andamento prevendo parceria entre o governo federal e o governo do Estado para a construção do viaduto.

A mudança foi anunciada ontem pelo deputado federal Wellington Fagundes, que diz que está trabalhando na liberação dos recursos. Ele acredita que as mudanças no projeto original devem melhorar a qualidade da obra e solucionar um ponto de estrangulamento no tráfego de veículos no Estado. “O custo-benefício desta obra é muito grande: tráfego mais fácil e vidas sendo salvas”, disse ele.

Mas as mudanças no projeto original ainda precisam de aprovação no
Ministério dos Transportes. A substituição do aterro por um viaduto vai representar redução de custos. Já a substituição do asfalto pelo concreto, encarece a obra, mas garante mais durabilidade e qualidade ao pavimento.

Depois de quatro anos paralisadas por questões ambientais, as obras de duplicação desse trecho da rodovia foram retomadas neste ano.

 

 

DIÁRIO DE CUIABÁ - MT 

ARTIGOS
21/12/2006

 

Estradas boas, estradas perigosas!

 

JOSÉ AUGUSTO VALENTE e ALFREDO PERES
Informações preliminares da pesquisa sobre custos de acidentes rodoviários, desenvolvida pelo Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicada (Ipea) e pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), mostram que, quanto melhores as condições das
rodovias, maior a quantidade e o custo dos acidentes rodoviários.

As
rodovias estaduais de São Paulo são, reconhecidamente, as melhores do País. Entretanto, lideram o ranking de custo anual de acidentes com R$ 3,3 bilhões. Em segundo lugar, vem o conjunto de rodovias federais do Sudeste – SP, MG, RJ e ES – com R$ 2,4 bilhões. Em seguida, as rodovias estaduais de Minas Gerais, com R$ 1,9 bilhão; as federais do Sul – RS, SC, PR – com R$ 1,6 bilhão; e a malha estadual do Paraná, com R$ 1,2 bilhão. No total, o custo anual de acidentes em rodovias municipais, estaduais e federais atinge o valor de R$ 22 bilhões, sendo que as malhas municipais e estaduais custam R$ 15,5 bilhões, quase 70% do custo total.

Só na malha federal morrem, por ano, 10 mil pessoas entre ocupantes de veículos e atropelados. As principais causas são o excesso de velocidade; alcoolismo e drogas; excesso de peso nos caminhões; cansaço dos motoristas pelo excesso de tempo de direção; ultrapassagens em locais proibidos ou perigosos; precariedade dos veículos;
rodovias insuficientemente sinalizadas e/ou conservadas; baixa proteção aos pedestres; condutores de veículos despreparados para dirigir em rodovias; entre outras. Essa é uma tragédia cotidiana, silenciosa e invisível, que mata cerca de 30 mil pessoas (rodovias e trânsito urbano) e deixa mais de 200 mil feridas, a cada ano.

Em dezembro de 2007, teremos a repetição desses números se não começarmos a atuar, de maneira vigorosa, a partir de agora. O Seminário de Segurança contra Acidentes, promovido pelos Ministérios dos Transportes e das Cidades, com o apoio da Associação Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística (NTC&Logística) será um marco da “guerra sem trégua” dos governos e da sociedade pela drástica redução de acidentes, de feridos e de mortes no trânsito urbano e nas
rodovias. As linhas mestras para a definição de uma Política Nacional de Segurança nas Rodovias atenderão três áreas básicas de atuação:

Na área da Educação, ações para o ensino fundamental; maior qualidade nas auto – escolas; propaganda de utilidade pública permanente; formação de caminhoneiros; jogos p/ crianças e utilização eficaz da Internet.

Na área de melhorias operacionais, manutenção rotineira das
rodovias e da sinalização; eliminação de pontos críticos de acidentes; implantação de terceiras faixas em subidas; atendimento SAMU nos corredores com maior fluxo de tráfego, como é feito na Rodovia Régis Bittencourt, em São Paulo.

Na área de controle e repressão, ações que coíbam os seis primeiros itens das principais causas mencionadas anteriormente.

A ação coordenada das três esferas de poder e das entidades da sociedade tem todas as condições de reduzir, até 2010, os atuais números para patamares mínimos aceitáveis.

* JOSÉ AUGUSTO VALENTE é secretário de Política Nacional de Transportes/MT

* ALFREDO PERES é diretor geral do Denatran/Min. das Cidades

 

 

ZERO HORA - RS 

GERAL
21/12/2006

 

BR-116 pode ter câmeras e socorro médico

União prevê instalação de uma central para monitorar 24 horas a estrada

 

CARLA DUTRA/ Vale do Sinos/Casa Zero Hora
Uma BR-116 mais segura, monitorada por câmeras de vigilância e com serviços de guincho e ambulância está sendo planejada pelo Departamento Nacional de Infra-estrutura em Transporte (
Dnit).

O estudo preliminar foi apresentado pelo superintendente regional do órgão, Marcos Ledermann, a prefeitos da Região Metropolitana, no final da tarde de ontem, em São Leopoldo.

Os prefeitos e secretários de Administração terão entre 90 e 120 dias para analisar o projeto e fazer sugestões. O processo de licitação deve ter início no segundo semestre do próximo ano. O projeto prevê pelo menos um Centro de Controle Operacional, responsável por monitorar 24 horas por dia 50 quilômetros da rodovia - entre os kms 221,8, em Dois Irmãos, e 270,8, em
Porto Alegre.

O trecho monitorado contará com câmeras de vigilância e painéis de mensagens, por meio dos quais serão repassadas aos motoristas informações sobre fluxo de veículos, acidentes e meteorologia. Ledermann explica que o número de câmeras, de centros operacionais e de painéis ainda não foi definido.

Batizado de Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), o projeto é semelhante aos existentes em
rodovias pedagiadas, com telefones de emergência, serviços gratuitos de guincho e ambulâncias.

- Este é um plano pioneiro no Brasil, pois serviços assim só existem em
estradas em que há cobrança de pedágios - diz Ledermann.

Rodovia do Parque está sendo projetada

Na avaliação do superintendente do
Dnit, a modernização da BR-116 irá se somar ao conjunto de obras da chamada Via Expressa, que vêm sendo realizadas para desafogar a estrada em um trecho cujo fluxo diário é de cerca de 120 mil veículos.

- Na medida em que tivermos controle, poderemos aumentar a velocidade em determinados horários, para 100 km/h - adianta.

Outra alternativa para desafogar a BR-116 é a construção da BR-448, ou
Rodovia do Parque. Incluída no final do ano passado no Plano Nacional de Viação (PNV), a estrada deve ter seus projetos de engenharia e de impacto ambiental concluídos até outubro do próximo ano, quando se inicia o processo de licitação da obra, estima Ledermann.

 

 

O ESTADÃO - RO 

POLÍTICA
21/12/2006

 

BR-429 tem assegurados R$ 15 milhões para obras

 

Marinha Raupp garante R$ 15 mi
Com a presença da deputada Marinha Raupp (PMDB-RO), o Coordenador Geral de Construção Rodoviária do Departamento
Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (
DNIT), engenheiro Luís Munhoz e o prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes (PPS), assinaram ontem (20/12) convênio no valor de R$ 15 milhões e 800 mil para pavimentação asfáltica de 16 quilômetros da BR 429, no trecho que faltava entre Presidente Médici e Alvorada do Oeste.

O próximo passo agora é o processo licitatório para a escolha da empresa que executará a obra, uma das principais reivindicações da prefeitura e da população daquela região. "Esse convênio é muito importante porque atende ao anseio da população que tanto sofre durante os períodos de chuvas. Faremos pontes de concreto e um asfalto de nível nacional porque essa pavimentação é fundamental para o desenvolvimento de Alvorada do Oeste e dos municípios da região", afirmou Luís Munhoz, da coordenação de Construção Rodoviária do
DNIT. "Se não fosse o empenho, a garra e o trabalho da deputada Marinha Raupp junto às autoridades do ministério dos Transportes e do DNIT em Rondônia e em Brasília os recursos para a obra não teriam saído", destacou Munhoz.

A deputada Marinha Raupp disse que estava muito feliz com a assinatura do convênio porque esta é uma reivindicação antiga da população dos vários municípios que dependem da rodovia para o seu desenvolvimento. "Foi uma luta demorada, mas valeu a pena. Em breve estaremos comemorando a pavimentação do trecho da 429 que dá acesso a Alvorada do Oeste", disse a deputada Marinha.

 

 

A NOTÍCIA - SC 

GERAL
21/12/2006

 

Fila de quatro km nos trechos Norte e Sul

 

Florianópolis
Não bastasse o crônico trânsito da BR-101, o fechamento da rodovia para obras e o calor irritaram ainda mais os motoristas que transitaram no trecho Sul ontem. A Polícia Rodoviária Federal informou que em Tijucas, na Grande Florianópolis, filas de quatro quilômetros se formaram à tarde no sentido Sul e de três quilômetros para o Norte durante duas horas.

Das 15 às 17 horas, a interdição da pista nos dois sentidos foi necessária no km 158 para a colocação de vigas de uma passarela. Os motoristas enfrentaram trânsito lento também em Palhoça, no Km 212 da 101. O tráfego em meia pista no trecho que está sendo recapeado permitia velocidade máxima de 30 Km/h.

Filas de até quatro quilômetros também no trecho Norte da rodovia, em Itapema, na localidade de Estaleirinho, próximo ao Morro do Boi. O trânsito foi interrompido para obras das 9 às 10 horas no Km 142. Os trabalhos de recuperação neste trecho não serão realizados de hoje até 8 de janeiro. O objetivo do Departamento Nacional de Trânsito (
Dnit) é evitar congestionamentos maiores do que já ocorrem nesta época do ano.

 

 

DIÁRIO CATARINENSE - SC 

GERAL
21/12/2006

 

Obras na 101 Norte provocam fila gigante

Congestionamento chegou a nove quilômetros entre Itapema e Tijucas

 

LUCIANA ZONTA/ Itapema
O sol forte e o tempo abafado tornaram a espera ainda mais penosa. A missão de levantar 35 toneladas de concreto distribuídas em vigas de 29 metros de comprimento sobre dois dos trechos mais movimentados da BR-101 provocou engarrafamentos de até nove quilômetros para os dois lados da rodovia ontem, entre Tijucas e Itapema.

As vigas vão sustentar duas passarelas, ao custo total de R$ 945 mil, e integram um lote de obras complementares na BR-101 orçadas em quase R$ 16 milhões.

A previsão do
Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT) é que a comunidade possa usar a estrutura a partir de março do ano que vem.

A rodovia também ficou congestionada entre Itajaí e Balneário Camboriú, onde as obras de recuperação da pista têm testado a paciência dos motoristas. Pela manhã, a interrupção da BR-101 ocorreu no quilômetro 142, para colocação das vigas em Itapema.

Dois guindastes ergueram a peça de concreto sobre a passarela que unirá o Bairro Ilhota, em Itapema, ao acesso à
Rodovia Interpraias, em Balneário Camboriú.

Veículos leves que trafegavam no sentido Norte-Sul puderam desviar por um acesso interno do Bairro Ilhota até alcançar novamente à BR-101. Caminhões e ônibus, no entanto, tiveram de esperar na pista esquerda, em uma fila que se estendeu do pé do Morro do Boi até o trevo de acesso a Balneário Camboriú.

À tarde, a mesma tarefa foi realizada no quilômetro 159, em Tijucas. Os viajantes só terão um alívio entre hoje e o dia 8 de janeiro, quando as obras de reparo na rodovia serão interrompidas.

De acordo com o
DNIT, os trabalhos serão suspensos em função dos feriados de Natal e Ano-Novo.