JORNAL DO BRASIL - RJ 

24 HORAS
22/11/2006

 

O Departamento Nacional de Infra-Estrutura...

 

Acesse JB online a www.jb.com.br/24horas

...de Transportes precisa pensar em duas coisas. Programar a manutenção e conservação das
estradas federais, que não devem ficar só em recapeamentos, mas incluir aí, pontes, viadutos e sinalizações. No que diz respeito às ferrovias, além da construção de novas, as que estão, precisam ser modernizadas, não só a nível de material rodante, como de correção de traçados, duplicação de trechos e unificação de bitolas.

João Borgos, joao@bahiatursa.ba.gov.br

 

 

O GLOBO - RJ 

RIO
22/11/2006

 

Via para Região dos Lagos reabre dia 30

Avenida do Contorno e a Rodovia Niterói-Manilha voltam a ter engarrafamento com o retorno do feriadão

 

Há quase seis meses atormentando a vida de motoristas e passageiros de transportes públicos, as obras de reforma do elevado Leopoldina Railway, na Avenida do Contorno, em Niterói, deverão ser concluídas na quarta-feira da semana que vem, segundo o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Esse é o limite do prazo de 180 dias para a conclusão das obras, de acordo com o contrato entre o Dnit e a empreiteira Geosonda, responsável pela reforma do viaduto.

Segundo o engenheiro residente do
Dnit em Niterói, Marcelo Cotrim, a expectativa é de que as pistas sejam totalmente liberadas ao tráfego no dia 30. Ontem, as obras na Contorno voltaram a causar um longo engarrafamento na Rodovia Niterói-Manilha, transformando em suplício a volta de quem viajou para aproveitar o feriadão.

Alameda São Boaventura também fica engarrafada De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o congestionamento começou cedo, por volta das 6h, e chegou ao bairro do Gradim, em São Gonçalo. O trânsito ficou ainda mais complicado porque muitos motoristas tentaram cortar caminho pelo acostamento da estrada e cerca de cem vendedores ambulantes ocuparam as pistas.

— Desde que essa obra começou, já aplicamos mais de cinco mil multas, apenas para quem insiste em transitar pelo acostamento. Pela lei, poderíamos prender os camelôs, mas eles são muitos e não há como fazê-lo — afirmou o inspetorchefe da 2aDelegacia da PRF, Guaraci Baldi.

Quem tentou fugir da Contorno passando pela Rua Benjamin Constant, no Barreto, ou pela Alameda São Boaventura, no Fonseca, também enfrentou longos congestionamentos. Na Benjamin Constant, uma obra da concessionária Águas de Niterói junto a uma passagem de nível ajudou a atrapalhar o trânsito.

O corredor viário formado pelas avenidas Roberto Silveira e Marquês de Paraná e pela Rua Jansen de Mello também ficou engarrafado. O trânsito só começou a melhor às 12h.

Diferentemente do feriado de Finados, quando o
Dnit interrompeu a concretagem das pistas da Contorno para liberá-las ao tráfego, amenizando os transtornos, desta vez as pistas em obras foram mantidas fechadas, porque o Dnit temia estourar o prazo contratual: — Em Finados, ficamos dez dias sem poder trocar o asfalto velho por concreto. Desta vez não houve jeito de amenizar os transtornos, porque corríamos o risco de não cumprir o prazo.

É lógico que gostaríamos de atender aos interesses de quem viaja, nas a nossa prioridade é quem passa pelo elevado todos os dias e sofre com a obra — argumentou Cotrim.

 

 

FOLHA DE S. PAULO - SP 

BRASIL
22/11/2006

 

Obra consumiu parcela pequena do Orçamento

 

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
A obra que o presidente Lula inaugurou ontem é parte do trecho da BR-364 entre os municípios de Diamantino e Comodoro, na fronteira do Mato Grosso com Rondônia, que consumiu pouco mais de R$ 3 milhões do Orçamento da União de 2006, de acordo com o Siafi (sistema de acompanhamento de gastos federais).

Trata-se de parcela pequena dos investimentos do
Ministério dos Transportes, destinada a melhorar o escoamento da soja até o porto Porto Velho (RO), de onde os grãos seguem por rio até o porto de Itacoatiara (AM). Embora o ministério detenha o maior volume de dinheiro para investimentos em toda a Esplanada -R$ 5,9 bilhões- pesquisa da CNT (Confederação Nacional dos Transportes) avaliou que apenas 23,5% das rodovias federais estão em ótimo ou bom estado.

 

 

FOLHA DE S. PAULO - SP 

ERRAMOS
22/11/2006

 

Erramos

 

BRASIL (16.NOV, PÁG. A5) Diferentemente do publicado na reportagem "Aliados pressionam por espaço no governo", o PC do B fez indicações para o Ministérios dos Esportes, e não dos Transportes.

 

 

GAZETA MERCANTIL - SP 

POLÍTICA
22/11/2006

 

Serra privilegia tucanos no governo

 

São Paulo, 22 de Novembro de 2006 - Dos treze indicados para secretariado, apenas dois pertencem às fileiras do aliado PFL. O governador eleito de São Paulo, José Serra (PSDB), aparenta não estar com dificuldades para a formação de seu secretariado. Com um quadro favorável na Assembléia Legislativa, suficiente para lhe garantir governabilidade (49 deputados de um total de 94), e sem pressões por indicações partidárias, o tucano anunciou ontem mais três secretários que irão compor o governo. Até o momento, Serra já divulgou o nome de 13 secretários estaduais.

O empresário Guilherme Afif Domingos (PFL), candidato derrotado ao Senado por São Paulo, será nomeado para comandar a secretaria do Trabalho. A escolha do pefelista já era esperada entre a base aliada. Afif ganhou credibilidade após surpreender e perder a disputa ao Senado por menos de 5 pontos percentuais para Eduardo Suplicy (PT). Os institutos de pesquisa davam no início da campanha ampla vantagem ao petista.

Para dirigir a recém criada secretaria do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos, Serra escolheu o deputado federal eleito Francisco Graziano (PSDB). A pasta da agricultura ficará sob a tutela do presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), João de Almeida Sampaio Filho.

Durante entrevista ao portal da SRB na segunda-feira, Sampaio destacou a importância do setor ao lembrar que o Brasil "é o único País em condições de incorporar nos próximos 10 anos mais de 30 milhões de hectares de terra". Serra afirmou que a Agricultura terá como principal desafio a defesa sanitária e o esforço no setor de agronegócios. (Leia mais sobre João Sampaio na página B-12).

Deputado federal eleito pelo PSDB, Francisco Graziano é engenheiro agrônomo, mestre em Economia Rural e doutor em Administração pela Fundação Getúlio Vargas. Graziano ainda foi presidente do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e chefe-de-gabinete da Presidência no governo Fernando Henrique Cardoso.

O cenário na administração municipal não se alterou com as últimas nomeações do ex-prefeito. Ao todo, Serra levará quatro secretários que atuam na Prefeitura de São Paulo. Os desfalques, no entanto, representam pastas de peso. Aloysio Nunes Ferreira comandará a Casa Civil, Francisco Luna vai para o Planejamento e Luiz Antônio Guimarães Marrey ficará encarregado da secretaria da Justiça. Antes de viajar para Washington, nos Estados Unidos, há duas semanas, Serra já havia definido Mauro Ricardo Costa como o responsável pela Fazenda.

Por enquanto o tucano mantém quatro secretários da atual equipe do governador Cláudio Lembo (PFL). São eles: Maria Lúcia Marcondes (Educação), Luiz Roberto Barradas Barata (Saúde), Antônio Ferreira Pinto (Administração Penitenciária) e Rogério Amato (Assistência e Desenvolvimento Social).

A secretaria de Segurança Pública, considerada a pasta mais crítica do governo após a onda de ataques deflagrada pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), estará mãos do ex-policial militar e promotor aposentando, Ronaldo Marzagão.

O secretário adjunto no
Ministério dos Transportes durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso, José Luiz Portella, responderá pela secretaria dos Transportes.

Onze pastas ainda precisam ser nomeadas. Entre elas: Casa Militar, Ciência e Tecnologia, Comunicação, Cultura, ensino Superior, Habitação, Juventude, Meio Ambiente, Procuradoria-geral, Transportes e Turismo.

(Gazeta Mercantil/Caderno A - Pág. 8)(Fernando Ribeiro)

 

 

J. DO COMMERCIO - PE 

JC NEGÓCIOS
22/11/2006

 

Faltam as licenças

 

Apesar da festa, em outubro, com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, as obras de duplicação da BR-101 Sul ainda levarão tempo para começar. O DNIT terá que providenciar uma série de licenças. No Ibama, as dos acampamentos, da obra e das jazidas de onde serão retirados o material de aterro. Na CPRH, as de proteção dos córregos para a construção de bueiros e pontilhões. No Iphan, para ver ser corta algum sítio arqueológico. Só depois disso, a empreiteira pode se instalar.

 

 

J. DO COMMERCIO - PE 

CIDADES
22/11/2006

 

Entradas do Recife são retrato do descaso

Equipe do JC esteve nos principais acessos à capital e constatou o abandono nas rodovias BR-101, nos trechos sul e norte, BR-232, Estrada da Batalha e PE-05

 

A primeira impressão de turistas e motoristas que diariamente chegam ao Recife de carro não poderia ser pior. As entradas da capital pernambucana são, em geral, o retrato do abandono. A reportagem do Jornal do Commercio percorreu as principais vias de acesso à cidade e constatou a precariedade das estradas, a desorganização urbana e a falta de cuidado com o paisagismo. Os problemas se acumulam, sobretudo, se o portão de entrada for a BR-101 Sul, que permite a chegada por dois caminhos: pela Estrada da Batalha (PE-08), em Jaboatão dos Guararapes, e pela rodovia federal, cujo contorno urbano se estende por 60 quilômetros. Quem passa se depara com pavimentos esburacados, ausência de acostamento, canteiros invadidos por lixo e um descaso que deveria ser incompatível com a imagem da maior metrópole do Nordeste.

Acompanhado do engenheiro Emerson Valgueiro, supervisor de Operações do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transporte (
Dnit), o JC visitou, além dos dois pontos da BR-101 Sul, o trecho norte da rodovia, que faz limite com Paulista, a BR-232, no Curado, e a PE-05, entre o Recife e Camaragibe. À noite e durante toda uma manhã, foram percorridos 120 quilômetros e identificados os maiores problemas de cada acesso. A situação da Estrada da Batalha é uma das mais precárias. Apesar das reiteradas denúncias e reclamações dos motoristas, a requalificação da via, anunciada no ano passado, ainda não aconteceu.

Resultado: as calçadas e os acostamentos continuam tomados ora pelo matagal ora por carcaças de carros e caminhões que pertencem às dezenas de ferros-velhos que ocupam a rodovia. Em um dos trechos, chega-se ao absurdo de o canteiro central abrigar galinheiros, banheiro público e churrasqueira. “Nunca um carro matou uma galinha nossa. Elas já estão acostumadas”, orgulha-se o mecânico Ricardo Galdino da Silva.

Se, em vez de cruzar a Estrada da Batalha, o motorista preferir chegar ao Recife pela BR-101 Sul, via Muribeca e Ibura, vai ter que torcer para não precisar do acostamento, que, quando existe, está ocupado pelo mato ou todo esburacado. As muretas de proteção também foram arrancadas e o pouco que sobrou encontra-se praticamente destruído. Falta sinalização, não há pontos de retorno asfaltados e o pavimento tem buracos e vários pontos de desníveis, que podem causar graves acidentes. “A BR-101 é um dos pontos mais críticos, porque o volume de tráfego é altíssimo e a estrada tem 26 anos, sem nunca ter sido recuperada. Está praticamente no fim de sua vida útil”, reconhece o supervisor de Operações do
Dnit. Por dia, cerca de 40 mil carros chegam ou saem do Recife pelo trecho sul da rodovia.

Na parte Norte, a falta de sinalização na BR-101 impede o motorista de saber em que momento ele deixou o município de Paulista e entrou na capital. As muretas de proteção também estão destruídas e a iluminação é precária. Embora não apresente tantos problemas comparada às outras vias de entrada, o acesso à capital pela PE-05, via Camaragibe, também sofre com a ausência de placas indicando o limite entre as duas cidades.

Na BR-232, o traçado da pista é mal projetado e possui verdadeiras armadilhas. A maior delas é um ponto de retorno, no trecho em frente à Fábrica Coral, em que os motoristas são obrigados a cruzar uma das faixas da rodovia, por onde trafegam carros em alta velocidade. Na última segunda-feira, uma colisão entre um caminhão e uma Parati aumentou as estatísticas de acidentes no local. “Isso é a coisa mais comum aqui. Toda semana tem”, reclamou o tratorista Ebe Pedrosa, que circula pela via.

A combinação de tantos problemas coloca o Recife em um ranking não muito agradável. “Na minha opinião, é a pior entrada entre as grandes capitais do Nordeste. Dá a impressão de que a cidade é malcuidada, feia e desorganizada”, afirma o caminhoneiro Renildo de Almeida, com a experiência de quem circula pelas
estradas do País inteiro e passa pela capital pernambucana pelo menos duas vezes por mês.

 

 

J. DO COMMERCIO - PE 

CIDADES
22/11/2006

 

Situação se agrava por falta de parcerias

 

Não bastassem as péssimas condições do asfalto e do acostamento das estradas que dão acesso ao Recife, sobretudo das BRs, as rodovias sofrem, ainda, com a falta de iluminação e a má conservação da vegetação nos canteiros centrais. Um problema que poderia ser contornado se houvesse um trabalho conjunto da Prefeitura do Recife com o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) para manter a vias. Experiência desse tipo foi implantada com sucesso pela Prefeitura de Natal (RN), há cerca de dez anos. A parceria garante canteiros arborizados na entrada da cidade, com projeto paisagístico, boa iluminação e estradas bem-conservadas.

A coordenação do
Dnit, no Rio Grande do Norte, informou que o convênio foi firmado por iniciativa da Prefeitura de Natal. O município arca com o custo da parte de jardinagem e iluminação no trecho duplicado de seis quilômetros que fica na entrada da cidade. No Recife, a prefeitura tentou firmar uma parceria semelhante com o Dnit de Pernambuco, mas a idéia não prosperou.

O secretário de Serviços Públicos, Roberto Gusmão, disse que o município estava esperando a definição das eleições presidenciais para retomar o projeto. “Vamos aguardar para saber quem ficará à frente do órgão e depois propor uma parceria semelhante a que existe em Natal”, afirmou. Ele disse que há recursos do Projeto Reluz para iluminar as entradas da cidade, no próximo ano. Em 2007, o secretário garantiu também que serão construídos pórticos em todas as vias de acesso ao Recife.

Sobre o péssimo estado de conservação da BR-101, o superintendente-adjunto do
Dnit, em Pernambuco, Divaldo Arruda, informou que existe um projeto de recuperação total de todo o traçado urbano da rodovia. Serão investidos R$ 98 milhões. A licitação está prevista para ocorrer no próximo ano.

No caso da BR-232, o diretor-presidente do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER), Luciano Danzi, explicou que há um estudo para construção de um viaduto para substituir o ponto de retorno que hoje causa diversos acidentes.

 

 

CORREIO BRAZILIENSE - DF 

BRASÍLIA - DF
22/11/2006

 

Temporada de caça

 

Por Denise Rothenburg
Com Luciene Soares
denise.rothenburg@correioweb.com.br
PFL e PSDB estão preocupadíssimos com o assédio do PTB e PR (o antigo PL) sobre os parlamentares eleitos pela oposição. O deputado Sebastião Madeira (PSDB-MA) está uma fúria com Inocêncio Oliveira (PR-PE). “Fui apresentar o deputado eleito Pinto da Itamaraty a Inocêncio e qual não foi a minha surpresa quando Inocêncio disse a Itamaraty: ‘Está tudo certo para você ir para o PR, né?’ Foi assim, na minha cara!”, contou Madeira à coluna. A coluna foi conferir com Inocêncio e o pernambucano se limitou a dizer que, realmente, o PR receberá novos deputados e que conversaria com Madeira.

Inocêncio não disse, mas, nos bastidores, a explicação para tanta vontade em aumentar a bancada tem uma razão. O antigo PL quer manter o
Ministério dos Transportes e todos os seus órgãos setoriais, caso do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). E sabe que, para conseguir isso, dado o tamanho do PMDB, terá que laçar muita gente no Congresso.

 

 

TRIBUNA DE ALAGOAS - AL 

CIDADES
22/11/2006

 

Porto terá investimentos de R$ 17 milhões

Retomada de obras de ampliação e modernização ocorre um dia após colisão de dois navios

 

Ana Márcia
Alagoas vai receber R$ 17 milhões para retomar as obras de ampliação e modernização do
Porto de Maceió. São recursos federais liberados por medida provisória, mas ainda falta muito para construir e equipar um cais de contêiner e um terminal de passageiros destinado à recepção de navios de turistas.

O anúncio da liberação dos recursos ocorre um dia após a colisão de dois navios – Pioneer (de Malta) e Frotário (do Brasil). O acidente foi o primeiro no porto após 14 anos. Os navios permanecem em Maceió e só deverão ser liberados após a avaliação do prejuízo.

Segundo a administração do porto, as obras de recuperação foram iniciadas em 2001, mas constantemente paralisadas por falta de recursos. Após dois anos de paralisação foram reiniciadas em 2005 e, desde maio desde ano, estão paradas.

Nas primeiras etapas de obras foram investidos R$ 22 milhões, dentro de uma previsão inicial de orçamento equivalente a R$ 46 milhões, se o cronograma de execução de 18 meses tivesse sido cumprido. Hoje, o orçamento já chega a cerca de R$ 70 milhões. Os investimentos são do
Ministério dos Transportes repassados por meio do Dapartamento Nacional de Infra–Estrutura de Transportes, em Alagoas (Dnit/AL).

Para o engenheiro Antônio Carlos Ávila, responsável pela obra, essas constantes interrupções do trabalho atrapalham. “Você perde a seqüência lógica de execução das obras”, afirma.

Segundo Domício Silva, administrador do
Porto de Maceió, a construção de mais um cais com dois terminais: um para contêineres, para melhorar as condições de exportações, especialmente com a diversificação da pauta de exportadora em Alagoas, além de um terminal de passageiros para turismo é uma necessidade para acompanhar o crescimento da economia de Alagoas. Serão mais 408 metros de cais construído.

“O projeto é para que possam atracar dois navios simultaneamente, pois hoje só atraca um por vez”, conclui Domício Silva.

 

 

DIÁRIO DE CUIABÁ - MT 

POLÍTICA
22/11/2006

 

Só dois da bancada federal estavam presentes

 

Da Reportagem
Poucos políticos prestigiaram a primeira visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Mato Grosso depois de reeleito. Da bancada federal estiveram presentes somente a senadora Serys Slhessarenko (PT) e o deputado Welinton Fagundes (PR). Entre os que fizeram oposição ao presidente na campanha eleitoral, esteve presente o senador eleito Jaime Campos (PFL).

Porém uma das ausências mais sentidas foi a do deputado federal reeleito Carlos Abicalil (PT), que tem bom trâmite tanto no governo federal quanto no governo estadual. As informações de correligionários do PT eram de que ele estava em Brasília.

Entre os deputados estaduais, além da bancada do PT, composta por Ságuas Moraes e Vera Araújo, estiveram prestigiando o presidente os deputados José Carlos de Freitas (PFL), Silval Barbosa (PMDB), Eliene Lima (PP) e Renê Barbour (PPS), que é proprietário da usina Barralcool.

Também participaram do evento os deputados federais eleitos Valtenir Pereira (PSB), Homero Pereira (PPS) e o deputado estadual eleito Ademir Brunetto (PT).

Entre os representantes dos petistas históricos estavam a suplente de vereadora por Cuiabá Enelinda Scala e o secretário de Desenvolvimento Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Gilney Viana.

Jaime Campos já declarou que não vai fazer uma oposição raivosa no Congresso Nacional. “Mato Grosso não pode se dar ao luxo de ser oposição. Mato Grosso precisa muito do governo federal, mas é lógico que não vou passar por cima das minhas convicções”, disse o senador eleito ao acrescentar que acredita no amadurecimento do processo político brasileiro.

Além da Jaime, fizeram oposição ao presidente Lula os deputados federais eleitos Homero Pereira e Eliene Lima. “Hoje estou aqui mais como um representante do agronegócio do que como partidário”, disse Homero. Além dos políticos citados, prestigiaram o evento os ministros do Transporte,
Paulo Sérgio Passos, e de Minas e Energia, Silas Rondeau, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Jurandir José de Lima, e o procurador-geral de Justiça, Paulo Roberto do Prado.(MR)

 

 

CORREIO DA PARAÍBA - PB 

CIDADES
22/11/2006

 

Passarela da BR-101 ficará pronta no próximo ano

 

Lidiane Gonçalves e Damásio Dias
Até meados do próximo ano, a passarela em frente ao Corpo de Bombeiros, no quilômetro 87,3 da BR 101, em João Pessoa, estará concluída. Os moradores do Jardim Veneza, Bairro dos Novais e Marés que precisam cruzar a rodovia federal reclamam da falta de uma passarela no local. Os moradores afirmam que diversos acidentes já ocorreram no trecho e muitos outros poderão acontecer, caso não haja uma medida urgente no sentido de corrigir o problema deixado pela duplicação da BR-230. O projeto completo para adequação de capacidade e restauração da BR101/PB (do qual faz parte a construção da passarela) teve início em dezembro de 2005 e previsão para acabar em dezembro de 2008.

O chefe do setor de Estudos e Projetos do Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transporte (
Dnit), Eriston Holanda, disse que os moradores das áreas próximas ao local onde vai ser construída a passarela não precisam se preocupar, pois existe o projeto e os recursos para a construção. “O dinheiro virá do Governo Federal. O Dnit está supervisionando a obra e o 2º Batalhão de Engenharia de Construção é que está executando a obra”, comentou.

Segundo o construtor Edmilson Pessoa da Costa, somente uma passarela resolveria a situação, dando mais segurança para os pedestres e os próprios motoristas que passam pelo local, principalmente à noite. “Parece que as pessoas estão se acostumando com isso aqui, ao invés de procurar uma solução. Somente quando há um acidente, o pessoal se reúne e fecha pista, queima pneus e reclamar pra Deus e o mundo”, lamentou.

Jardim Veneza tem mais acidentes

Antônio Francisco do Nascimento, pavimentador, afirmou que os acidentes são constantes no trecho próximo ao acesso do Jardim Veneza. Ele disse que as pessoas da comunidade, que precisam cruzar a rodovia nos horários de pico, lamentam a falta de um modo mais seguro de fazer a travessia. “Faz uns cinco anos que se fala de uma passarela, mas nenhuma providência foi tomada”, reclama.

A doméstica Sergiane Brito, que atravessa a rodovia todos os dias para levar os filhos à casa de uma irmã, no bairro dos Novaes, antes de seguir para o trabalho, reclama da falta de uma passarela. “Essa gente que faz as
estradas devia abrir os olhos pra isso aqui. Estão construindo uma passarela lá em Bayeux e outra na Gauchinha. Tem outra que começaram a fazer na Polícia Rodoviária e nunca terminaram. Aqui, o povo tem de se arriscar e ninguém faz nada pra mudar”, desabafa.

Eriston Holanda disse ainda que apenas no lote 5 da duplicação serão construídas oito passarelas, em uma área que compreende 54,9 quilômetros. “Destas, três já foram iniciadas, nos quilômetros 90,6;88,9 e 83,7 e a do quilômetro 87,3, terá início até meados de 2007, ficando pronta seis meses depois”, explicou.

 

 

J. DO COMMERCIO - RJ 

DENISE ROTHENBURG
22/11/2006

 

Temporada de caça

 

Brasília-DF
Denise Rothenburg
denise.rothenburg@correioweb.com.br

PFL e PSDB estão preocupadíssimos com o assédio do PTB e PR (o antigo PL) sobre os parlamentares eleitos pela oposição. O deputado Sebastião Madeira (PSDB-MA) está uma fúria com Inocêncio Oliveira (PR-PE). "Fui apresentar o deputado eleito Pinto da Itamaraty a Inocêncio e qual não foi a minha surpresa quando Inocêncio disse a Itamaraty: 'Está tudo certo para você ir para o PR, né?' Foi assim, na minha cara!", contou Madeira à coluna. A coluna foi conferir com Inocêncio e o pernambucano se limitou a dizer que, realmente, o PR receberá novos deputados e que conversaria com Madeira.

Inocêncio não disse, mas, nos bastidores, a explicação para tanta vontade em aumentar a bancada tem uma razão. O antigo PL quer manter o
Ministério dos Transportes e todos os seus órgãos setoriais, caso do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). E sabe que, para conseguir isso, dado o tamanho do PMDB, terá que laçar muita gente no Congresso.

 

 

DIÁRIO DE NATAL - RN 

ECONOMIA
22/11/2006

 

Perdemos a fé nesse combustível

 

Hoje não se fala mais em gás no setor de transporte coletivo do RN; perdemos a fé nesse combustível’’, diz o diretor executivo da empresa Via Sul, Norberto Faria. Ele admite que o corte de custos com combustível seria muito bom para o setor, o qual, segundo ele, está em crise, especialmente no RN. ‘‘Temos um problema sério de tarifas defasadas que precisamos resolver antes de qualquer coisa, pois inibe qualquer investimento’’, ressalta Faria.

No início dos anos 80, a Petrobras e o
Ministério dos Transportes lançaram um projeto que tinha como objetivo difundir o uso do gás natural no transporte coletivo urbano. Natal foi escolhida como primeira cidade a receber os incentivos. Os veículos movidos a GNV eram produzidos pelas Mercedez, comprados pelos empresários locais - a preço mais alto do que os que tinham motor a diesel, mas com financiamento facilitado pelo BNDES - e testados aqui, chegando a representar 10% da frota da cidade, que era de 45 ônibus.

As empresas, acostumadas a trabalhar com diesel, não tinham estrutura de pessoal e de equipamentos para tratar dos veículos movidos a gás. A manutenção ficava por conta da Mercedez. Sem avanços, houve a tentativa de adaptação dos motores para se tornarem híbridos, usando diesel e gás, mas a mistura também não emplacou.

Os cilindros eram outro problema, pois pesavam uma tonelada e restringiam o desempenho do ônibus. E também limitavam a autonomia do veículo. Se com diesel eram rodados 300 quilômetros sem abastecimento, com gás esse percurso não passava de 220 quilômetros. Repor o combustível também era um dificultador. Quando o projeto começou, o gás vinha em carretas. No fim dos anos 80, com o gasoduto, havia apenas um posto para fornecer o combustível, o qual, até hoje, está localizado na Avenida Capitão Mor Gouveia, no Bom Pastor (Zona Oeste).

No início dos anos 90, diante do fracasso do projeto e dos prejuízos, os ônibus a gás receberam motores a diesel. Mudança que custou cerca de US$ 5 mil na época, cerca de R$ 10 mil hoje.

 

 

DCI - SP 

POLÍTICA
22/11/2006

 

Senadores liberam crédito de US$ 501 mi para rodovias

 

PanoramaBrasil
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou ontem autorização para o governo contratar crédito no valor de US$ 501,2 milhões junto ao Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). A operação está vinculada ao Programa de Redução dos Custos Logísticos, na área rodoviária. O governo poderá utilizar US$ 471,2 milhões tanto para financiar projetos quanto para cobrir despesas do
Ministério dos Transportes com ações em andamento.

Na parecer favorável à operação, o senador Valdir Raupp (PMDB-RO) esclarece que estão previstos reembolsos de despesas com a execução do Programa de Restauração e Manutenção de
Rodovias Federais. Esse programa prevê dispêndios de US$ 2 bilhões entre 2005 e 2012, dos quais US$ 1,2 bilhão até 2009 (1ª fase) para a reabilitação de 15 mil quilômetros de rodovias.

Os demais US$ 30 milhões vão ser utilizados em ações de capacitação técnica na Secretaria do Tesouro Nacional, no próprio
Ministério dos Transportes e na Agência Nacional de Transportes Terrestres.

O exame do projeto que cria a Super Receita, que seria feito na reunião, foi adiado para a próxima semana. O senador Romero Jucá (PMDB-RO), líder do governo no Senado, informou que, em acordo com o relator da matéria, senador Rodolpho Tourinho (PFL-BA), serão feitos ajustes no texto para, na votação, “evitar maiores disputas”.

 

 

JORNAL DA PARAÍBA - PB 

COLUNISTAS
22/11/2006

 

Todo mundo quer I

 

(Em foco)
Caberá ao senador José Maranhão conduzir e articular a ocupação do PMDB nos cargos federais na Paraíba. O partido do senador mantém hoje um indicado em cargos de chefia do Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transportes (
DNIT), do Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) e em uma diretoria da Rede Ferroviária. O PMDB é de longe o mais interessado nos cargos e leva vantagem por causa das negociações nacionais.

 

 

AMAZÔNIA HOJE - PA 

ECONOMIA
22/11/2006

 

Liberados R$ 1,5 bi para asfaltar BR-163

 

Segundo informações do site 'G1', o governo brasileiro vai liberar cerca de R$ 1,5 bilhão para acelerar o asfaltamento de 1.000 quilômetros da rodovia BR-163, que liga Cuiabá a Santarém, disse ontem um funcionário do Ministério dos Transportes. A decisão foi tomada em meio a uma revisão de 120 projetos de transporte e energia analisados na sexta-feira pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por ministros, a fim de promover o crescimento econômico e garantir o fornecimento energético. 'A partir de 2007, teremos verbas para fazer um progresso mais rápido', disse José Maria da Cunha, consultor do Ministério dos Transportes para o projeto da BR-163.

Segundo ele, a BR-163 será incluída no Programa Piloto de Investimentos Públicos (PPI) de 2007, ao invés de ser financiada pelas Parcerias Público-Privadas (PPPs). Cerca de R$ 4,6 bilhões estão reservados para o PPI em 2007. Mato Grosso é o maior produtor de soja do Brasil. Mas as lavouras mato-grossenses ficam a cerca de 2.000 quilômetros dos congestionados
portos do Sul e do Sudeste.

A BR-163, de terra, fica praticamente intransitável entre dezembro e junho, devido às chuvas. O asfaltamento abriria uma rota mais curta e barata para a exportação, inclusive porque o porto de Santarém fica mais próximo dos mercados consumidores. Mas ambientalistas temem que o asfaltamento acelere a devastação provocada por madeireiros, pecuaristas, produtores de soja e grileiros. O governo já tem uma licença ambiental preliminar para o projeto da BR-163.

Parte do trabalho, que inclui a substituição de 70 pontes de madeira por estruturas de concreto, deve ser licitada no ano que vem, segundo Cunha. 'O projeto levará de três a quatro anos, mas deve estar completo até 2010', disse Cunha.

Tesouro - O Tesouro Nacional vai pagar a parte devida por Estados e municípios em projetos de saneamento para viabilizar investimentos nessa área. De acordo com o ministro Paulo Bernardo (Planejamento), a proposta que deve integrar o programa de estímulo ao crescimento da economia é fazer com que o BNDES financie parcialmente empresas privadas para as obras, tendo como garantia receitas dos empreendimentos, enquanto a parcela restante do investimento seria bancada pela União.

 

 

AMAZÔNIA HOJE - PA 

METRÓPOLE
22/11/2006

 

Fissuras no túnel preocupam

Técnicos do Dnit descartam que obra ofereça perigo à população

 

Em dois meses de funcionamento, o Complexo Viário do Entroncamento já assusta motoristas por apresentar algumas infiltrações e rachaduras, principalmente nas paredes dos túneis. Mas o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) afirma que não há rachaduras, mas sim fissuras normais em qualquer construção de concreto. Quando a possíveis infiltrações, o superintendente o órgão, João Bosco, garante que se houver, serão consertadas.

Segundo João Cláudio, fiscal da obra; Raimundo Brito, chefe de infra-estrutura; Guilherme Carvalho, supervisor, e Nivaldo Barros, engenheiro da Empresa Industrial Técnica S/A (EIT), que realizou a obra, a presença das fissuras é natural por causa da retração do concreto. 'Em qualquer obra de concreto, deve-se deixar juntas de dilatação, isto é, espaços entre as placas. Esse espaço é uma margem para quando o calor fizer o concreto dilatar, para não haver danos maiores', explica Raimundo Brito.

João Bosco garantiu, com o aval dos técnicos e engenheiros, que não há erro na construção do Complexo Viário. 'A obra foi acompanhada pelos melhores engenheiros de Belém, e de professores da UFPA e Unama. Além disso a EIT tem 55 anos de mercado com serviços responsáveis', afirma. A supervisão pela empresa Geométrica Engenharia deProjetos S/C LTDA.

A obra do Complexo Viário do Entroncamento foi iniciada no dia 9 de novembro de 2001. Formada por uma grande rotatória, para onde convergem as
rodovias BR-316 e Augusto Montenegro e as avenidas Almirante Barroso e Pedro Álvares Cabral, um túnel que liga a rodovia BR-316 à avenida Almirante Barroso e três passarelas para pedrestes, a obra foi inaugurada no dia 12 de setembro deste ano. O governo federal, responsável pela execução da obra, destinou cerca de R$ 35 milhões para o projeto.

De acordo com o engenheiro civil Charles Rocha, há pequenos defeitos na estrutura da obra, classificados como patologias do concreto. 'Essas patologias podem ocorrer por vários motivos, mas, na maioria dos casos, são por falhas no processo de execução do projeto. Entretanto, apenas um especialista na área pode determinar a causa exata destes fenômenos, já que são necessários ensaios científicos para que as causas do problema sejam comprovadas', aponta.

Segundo ele, a população não deve se preocupar, pois o único dano das rachaduras e infiltrações é estético. 'Esse tipo de problema não oferece nenhum risco para a população, não há possibilidade de cair. A única coisa que fica abalada é a estética. Além disso, as fissuras são facilmente resolvidas por um especialista da área, que determinará a causa e a solução do problema. Elas podem ser 'curadas' com injeção de calda de cimento', garantiu. As infiltrações, de acordo com o engenheiro civil, se agravam em função do clima da região.

O superintendente João Bosco, porém, não gostou do comentário de Charles Rocha. 'É antiético comentar uma obra sem fazer uma análise técnica. Para mim, o que ele falou não passa de 'pajelança'', afirma.